Rede Sol completa 15 anos de ações solidárias


Rede Sol completa 15 anos de ações solidárias

Em 1997 nascia a Rede Sol, um dos mais importantes programas de responsabilidade social de Curitiba. O programa, que reúne artistas voluntários de todas as áreas, completa 15 anos neste sábado, 11 de agosto, data da primeira apresentação.
Criada pela Fundação Cultural de Curitiba, a Rede Sol atende crianças e adultos que frequentam ou estão abrigados em asilos, orfanatos, hospitais e escolas especiais. Muitas vezes em situação de risco, ou afastadas do convívio social, essas pessoas não teriam acesso a essas atividades, não fossem os voluntários.
Periodicamente, cada instituição conveniada recebe apresentações de música, teatro, shows de mágica e palhaços, atividades literárias e artísticas, entre outras atrações que garantem alegria, descontração e lazer para o público. A Fundação Cultural fica encarregada de agendar as apresentações e fornecer a estrutura necessária.
Ao longo dos 15 anos de atividades, o programa conquistou a simpatia do público e dos artistas. O reconhecimento pelo trabalho realizado não demorou a chegar. Em 2005, a Rede Sol conquistou o prêmio Zilda Arns - Top Social ADVB-PR, na categoria Cultura e em 2007 foi contemplado pelo Prêmio Gente que Faz de Verdade, da ONG Centro de Movimentos Sociais.
Momentos marcantes - Mesmo com uma agenda de shows sempre movimentada, Renan, da dupla sertaneja Willian e Renan, atua como voluntário da Rede Sol há mais de 12 anos. Para o músico, os shows acabam levando alegria e esperança para quem não conta com muitas opções de lazer. Para ele o trabalho é sempre gratificante. “As crianças especiais são as mais sensíveis, entendem a música, se emocionam”, revela Renan, reforçando que a linguagem universal da música é capaz de mexer com todas as pessoas.
A cantora Fernanda Liz, que também participa do projeto desde os 15 anos de idade, relembra um dos momentos mais marcantes de seu trabalho como voluntária. Após uma apresentação do Hospital de Clínicas, a cantora foi convidada pela mãe de um paciente, que não pode sair do quarto, a cantar para ele. Após a apresentação especial, o garoto agradeceu à Fernanda e antes que ela fosse embora lhe disse que aquele tinha sido o momento mais alegre dos últimos meses. “Isso me marcou demais. Tudo isso faz muito bem para o artista, é algo que vem de dentro, não tem explicação”, revela a artista emocionada. “Não tem dinheiro que pague a alegria estampada no rosto deles, o brilho nos olhos. São mundos muito diferentes, o valor que eles dão ao nosso trabalho é outro”, finaliza.
Os artistas e instituições que tiverem interesse em participar dessa rede de solidariedade podem entrar em contato com a coordenação do programa pelo telefone  (41) 3213-7571.

“Experiências de Museu” e “Transamazônica: Imaginários Compartilhados”.


A Amazônia e os museus são temas das novas exposições do Solar do Barão

A Fundação Cultural de Curitiba inaugura nesta terça-feira (4), às 19h, no Museu da Gravura e no Museu da Fotografia, ambos localizados no Solar do Barão, as exposições “Experiências de Museu” e “Transamazônica: Imaginários Compartilhados”. As duas mostras permanecem em cartaz até o dia 14 de outubro e têm entrada gratuita.
O evento “Experiências de Museu” é composto por uma exposição e uma série de diálogos entre instituições que se dedicam às artes visuais. Composta por obras do acervo do Museu da Gravura e das entidades que participarão dos debates, a mostra propõe uma reflexão sobre a atuação dos museus, sua participação social e seu papel nas políticas culturais. A mostra tem curadoria de Paulo Reis, Felipe Prando, Deborah Bruel, Newton Gotoe Ana González.
Durante o período expositivo serão realizadas três mesas de debates. A primeira, no dia 5 de setembro, às 19h, contará com a participação do artista visual Newton Goto e do diretor da Fundação Cultural de Joinville e membro do Conselho Nacional de Política Cultural, Charles Narloch. O segundo debate será no dia 26 de setembro, à 19h, com o cineasta e diretor do Museu da Imagem e Som, Fernando Severo, e com a diretora da Associação Cultural Vídeo Brasil, Solange Farkas. O último encontro será no dia 3 de outubro, às 19h, com Luiz Gustavo Sousa de Carvalho, presidente da Associação dos Amigos do Museu de Arte do Piauí, e Fernando Bopré, diretor do Museu Victor Meirelles (SC).
Imaginário - O que os sulistas pensam sobre a população do norte do Brasil? Em busca dessa resposta, Arthur do Carmo e Luana Navarro percorreram cerca de 900 quilômetros entre João Pessoa (PB) até a Amazônia. Buscando traçar paralelos entre a arte contemporânea eas experiências vividas durante a viagem, os artistas apresentam no Museu da Fotografia dois projetos que dialogam entre si. Com instalações que trabalham com foto e vídeo, os artistas partem de informações propagadas na grande mídia e compõem um estudo de imaginários da população da região sul a respeito do norte do país. A mostra apresenta o resultado dos estudos realizados em torno de temas como o ciclo da borracha, o desmatamento, a construção da Transamazônica e outros fatos importantes que passaram a fazer parte da história da região.

Serviço:
Exposição “Experiências de Museu”. Curadoria de Paulo Reis, Felipe Prando, Deborah Bruel, Newton Gotoe Ana González. Debates – dias 5 e 26 de setembro, e 3 de outubro, às 19h.
Exposição “Transamazônica: Imaginários Compartilhados”, com os artistas Arthur do Carmo e Luana Navarro.
Local: Museu da Gravura Cidade de Curitiba e Museu da Fotografia Cidade de Curitiba – Solar do Barão (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 – Centro)
Data: de 4 de setembro (abertura às 19h) a 14 de outubro de 2012
Horário: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e 13h às 18h; domingos, das 12h às 18h.
Entrada franca

Willian e Renan comemoram 27 anos

Willian e Renan comemoram 27 anos de carreira 

e lançam novo Cd e Dvd durante show






Para comemorar seus 27 anos de carreira, a dupla sertaneja Willian e Renan lançaram seu 7° Cd e 2° Dvd em um show  no Adelsom Clube, no dia 31 de agosto.

A dupla que é Paixão do Brasil e recebeu, recentemente, o Prêmio Arte Qualidade Brasil como dupla sertaneja de maior destaque na região Sul do Brasil, fizeram um grande show tocando desde “modões sertanejos”, como são chamadas as músicas mais antigas e românticas como também as “sertanejas universitárias”, como são chamadas as mais agitadas e dançantes. O novo Cd que se intitula “Pode Procurar”, está totalmente diferente dos anteriores com a participação do Dj Myke tocando música eletrônica misturada com o ritmo da sanfona. O show contou com participações especiais de amigos e parceiros da dupla como, por exemplo, o cantor Di César, autor da música "Deixei de Ser Cowboy Por Ela".

Mostra de Novos Talentos – Bandas Pop Rock

Entre os dias 31 de agosto e 2 de setembro, o Auditório Antonio Carlos Kraide vai ser palco para as 12 bandas vencedoras da Mostra de Novos Talentos – Bandas Pop Rock, com a curadoria de Sérgio Albach e Adriane Perin. No encontro, cada um dos grupos vai gravar uma música, que vai fazer parte de um CD da Mostra. Na sexta-feira e no sábado, o evento começa às oito horas da noite. No domingo, os shows começam às seis horas da tarde. Não deixe de prestigiar os vencedores! Cada banda escolhida representa uma Regional da cidade. A entrada é gratuita, e o Auditório Antonio Carlos Kraide fica no Portão Cultural, em frente ao Terminal do Portão.

Para saber mais, acesse: http://goo.gl/BbZ7k

DOS GARDÊNICAS SOCIAL CLUB

O teatro se transforma em uma casa de baile: ao som do bolero, os atores improvisam histórias inéditas, construídas a partir de estímulos do público. A vitalidade da improvisação teatral apropria-se do universo da dança a dois para oferecer ao público a experiência do encontro com o inesperado. Este é o Dos Gardenias Social Club, co
m direção de Débora Vieira - este é o primeiro trabalho do grupo em que a direção é assinada por um dos integrantes da uma companhia.
O espetáculo, contemplado com o Prêmio Myriam Muniz de Teatro da Funarte, chega a Curitiba para duas únicas apresentações.

DIAS: 25 E 26 DE AGOSTO
HORÁRIO: Sábado as 21 hrs | Domingo as 20 hrs
LOCAL: Teatro José Maria Santos

Ministro lança campanha para atualizar caderneta de vacinação


Ministro lança campanha para atualizar caderneta de vacinação


Ministro Alexandre Padilha participa de lançamento da Campanha Nacional para Atualização da Caderneta de Vacinação.  Fotos: Luís Oliveira - ASCOM/MS

A pentavalente e a Vacina Inativada Poliomielite passam a fazer parte do Calendário Básico. Crianças menores de cinco anos, das regiões Norte, Nordeste e parte de Minas, irão receber megadoses de vitamina A, dentro do Programa Brasil Carinhoso.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lançou nesta terça-feira (14) campanha de atualização da caderneta de vacinação das crianças. A ação tem como objetivo a melhoria da cobertura vacinal do público infantil e será realizada em conjunto entre o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de saúde de todo o país.  A ação ocorrerá no período de 18 a 24 de agosto, sendo 18 o dia D de divulgação e mobilização nacional.
Durante a entrevista coletiva, o ministro anunciou também a oferta de suplemento de vitamina A àscrianças menores de cinco anos - moradoras das regiões Norte, Nordeste e dos vales do Jequitinhonha e Mucuri, em Minas Gerais. A medida integra o Programa Brasil Carinhoso, lançado em maio desde ano e que tem como meta a superação da extrema pobreza na primeira infância.  
Na campanha de atualização serão oferecidas à população alvo – crianças menores de cinco anos – várias vacinas. A pentavalente e a Vacina Inativada Poliomielite (VIP) também passam a fazer parte do calendário básico de criança.

Crianças menores de cinco anos de idade devem ser levadas a um posto de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) para que a caderneta de saúde seja avaliada e o esquema vacinal atualizado, de acordo com a situação encontrada. Estarão disponíveis para esta ação todas as vacinas do calendário básico da criança. São elas: BCG, hepatite B, pentavalente, Vacina Inativada Poliomielite (VIP), Vacina Oral Poliomielite (VOP), rotavírus, pneumocócica 10 valente, meningocócica C conjugada, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e DTP (difteria, tétano e coqueluche).
“A partir de agora, no primeiro semestre, haverá a campanha de vacinação com as gotinhas para combater a poliomielite. No segundo semestre, teremos a campanha de atualização da caderneta infantil”, explicou o ministro. Ele destacou também a distribuição da vitamina A durante a campanha.    “Vamos aproveitar este momento de mobilização para expandir a oferta da vitamina A, já que o público é o mesmo, ou seja, crianças menores de cinco anos”, afirmou. Padilha explicou que serão utilizados as mesmas unidades de saúde e os profissionais para otimizar o atendimento. “Queremos evitar que crianças tenham deficiências com a vitamina A, que são a causa de doenças, como diarréia, pneumonias e infecções pulmonares”, enfatizou.
Para a operacionalização desta campanha, serão disponibilizados cerca de R$ 18,6 milhões, transferidos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) aos fundos estaduais e municipais. Aproximadamente 34 mil postos fixos de vacinação estarão abertos, além de postos volantes. Haverá o envolvimento de 350 mil profissionais de saúde e a utilização de cerca de 42 mil veículos. O público-alvo nesta faixa etária é de 14,1 milhões de crianças. 
PENTAVALENTE – A vacina pentavalente é injetável e reúne em uma única aplicação a proteção de duas vacinas distintas, a tetravalente - que deixa de ser ofertada e protege contra difteria, tétano, coqueluche e Haemophilus influenzae tipo b (meningite e outras doenças bacterianas) -  e a vacina contra a hepatite B.
 “Além do conforto para as crianças, por representar uma picada a menos, é uma medida de eficiência, de melhoria da gestão pública, com a economia de seringas e nos procedimentos de armazenagens”, avaliou o ministro.
A pentavalente será administrada aos dois, aos quatro e aos seis meses de vida. Além desta vacina, a criança manterá os dois reforços com a DTP. O primeiro reforço deverá ser administrado aos 12 meses e o segundo aos quatro anos. Os recém-nascidos continuam a receber a primeira dose da vacina hepatite B nas primeiras 24 horas de vida, preferencialmente nas 12 horas, para prevenir a transmissão vertical. A vacina hepatite B também ficará disponível a outras crianças que já tinham esquema completo para tetravalente,mas não tinham para a hepatite B.
Foram adquiridas mais de oito milhões de vacinas que serão repassadas aos governos estaduais e ao Distrito Federal. Na primeira remessa, serão 726 mil doses para abastecer todo o Brasil (confira tabela abaixo). 
PÓLIO INATIVADA – A partir de agora, as crianças que nunca foram imunizadas contra a paralisia infantil, irão tomar a primeira dose aos dois meses e a segunda aos quatro meses, com a vacina poliomielite inativada, de forma injetável. Já a terceira dose (aos seis meses), e o reforço (aos quinze meses) continuam com a vacina oral, ou seja, as duas gotinhas.
Enquanto a pólio não for erradicada no mundo, o Ministério da Saúde continuará a utilizar a vacina oral poliomielite (VOP), pois ainda existem três países (Nigéria, Afeganistão e Paquistão) endêmicos para a doença. OBrasil já está se preparando para utilizar, apenas, a vacina inativada quando ocorrer a erradicação da doença no mundo. A VIP será incluída na pentavalente junto com a vacina meningocócica C (conjugada) transformando-se na vacina heptavalente. Os laboratórios Bio-Manguinhos, Butantan e Fundação Ezequiel Dias (FUNED) estão desenvolvendo este projeto. A previsão é que a vacina heptavalente esteja disponível no Programa Nacional de Imunizações daqui a quatro ou cinco anos.
VACINA ORAL- As doses da VOP visam manter a imunidade populacional (de rebanho) contra o risco potencial de introdução de poliovírus selvagem através de viajantes oriundos de localidades que ainda apresentam casos autóctones da poliomielite, por exemplo.
Antes, a criança recebia a vacina oral poliomielite (VOP) em todo o esquema vacinal, aos 2 meses (primeira dose), 4 meses (segunda dose), 6 meses (terceira dose) e aos 15 meses (reforço).Agora, nas duas primeiras doses (2 e 4 meses de idade) a criança receberá a vacina inativada poliomielite (VIP) e na terceira dose (6 meses) e no reforço (15 meses) receberá a VOP. A criança menor de 5 anos de idade que iniciou esquema com VOP deverá completar o esquema com a mesma vacina. Já a criança menor de 5 anos, que ainda não iniciou esquema com VOP, deverá seguir o esquema sequencial.
VITAMINA A – O Ministério da Saúde vai disponibilizar megadoses de vitamina A para repor as deficiências nutricionais em crianças de 6 meses a 5 anos incompletos. A estratégia faz parte da Ação Brasil Carinhoso e também terá o seu dia de mobilização nacional, no próximo sábado 18 de agosto.
Para a campanha, serão priorizados os estados das regiões Norte e Nordeste, e as cidades das regiões do Vale do Mucuri e Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, totalizando 2.434 municípios. Para as demais regiões do país, no decorrer do ano, a suplementação de vitamina A será realizada durante a rotina de Atenção Integral à Saúde das Crianças que acontece nas Unidades Básicas de Saúde. Até o fim de 2012, a suplementação será ampliada às demais unidades da federação, contemplando 3.034 municípios em todos os estados brasileiros. Serão incluindo todos os municípios prioritários do Plano Brasil Sem Miséria, além dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas.
A suplementação contribui para reduzir a gravidade das infecções,  diminuição da morbimortalidade infantil e contribui para a saúde da visão e o pleno desenvolvimento cognitivo. A criança deve receber  duas doses anuais (não injetáveis), uma a cada seis meses. Cada município deverá adotar a sua estratégia para a identificação das crianças, de seis meses a menores de cinco anos, que serão atendidas e rotineiramente acompanhadas. A identificação pode  ser por demanda espontânea nas unidades de saúde (durante as consultas regulares do Crescimento e Desenvolvimento Infantil); por busca ativa por meio dos Agentes Comunitários de Saúde e Equipes Saúde da Família); ou por meio da indicação de parceiros que atuam na prevenção e controle dos distúrbios nutricionais, como, por exemplo, os líderes da Pastoral da Criança. 


2º Festival de Turismo do Litoral do Paraná


O 2º Festival de Turismo do Litoral do Paraná que acontece esse ano em Paranaguá promete ser um sucesso, já que a primeira edição já superou as expectativas de público.
O primeiro foi realizado em Morretes, em agosto de 2011, e contou com a palestra de abertura de “Daivid Schumam”, e para esse ano também está prevista uma programação diversificada com nomes de sucesso. As áreas temáticas para as palestras e oficinas vão girar em torno de temas como: acessibilidade, turismo náutico, ecoturismo, turismo histórico-cultura.

2º festival de Turismo do Litoral do Paraná


Venha conferir e saborear estas delicias no 2º festival de Turismo do Litoral do Paraná, que será realizado em Paranaguá nos dias 16, 17, 18 e 19 de agosto, na Av. José Lobo - Center Port - ISULPAR. Pratos elaborados pelos Chefes de Restaurantes do litoral e receitas especiais preparadas pelos chefes do Centro Europeu. Você não pode perder.
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Circo é usado para a inserção social de crianças e adolescentes no Brasil


 

Organizações circenses criaram há 12 anos a Rede Circo do Mundo Brasil, uma parceria com o Cirque du Soleil cuja missão é formar cidadãos

Apresentação de alunos no Circo Laheto, em Goiânia (Foto: Divulgação/Layza Vasconcelos)Apresentação de alunos no Circo Laheto, em Goiânia (Foto: Divulgação/Layza Vasconcelos)
O picadeiro, as palhaçadas e todo o universo que está do lado de dentro das lonas dos circos são capazes de fascinar crianças, adolescentes e jovens, mesmo aqueles em situação de vulnerabilidade social. Pensando nesse poder de atração, um grupo de organizações não governamentais e escolas de circo se uniu para formar a Rede Circo do Mundo Brasil, cujo objetivo é trocar experiências, informações, estruturar festivais entre outros projetos.
Essas organizações fazem parte da Rede Circo do Mundo, nascida no Canadá e fomentada pelo Cirque du Soleil. No Brasil, as instituições foram articuladas durante muitos anos pela Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional, a Fase. Mas, ultimamente, a Fase está cada vez mais dando espaço para que a própria rede brasileira ganhe autonomia.
A relação entre o Cirque du Soleil com a Rede Circo do Mundo Brasil foi desenvolvida para estimular a arte-educação, a formação de profissionais e também para ajudar financeiramente. Isso é feito através da produção e distribuição de material didático voltado aos educadores; do incentivo ao intercâmbio com os jovens dessas organizações; e, toda a vez que o Cirque du Soleil faz temporada no Brasil, reserva 250 ingressos em cada cidade por onde passa para serem vendidos pelas organizações de cada região. Do total arrecadado, 60% vai para as instituições da cidade e 40% para a rede, com o objetivo de promover atividades coletivas entre alunos e profissionais dessas escolas.
Hoje em dia, a Rede Circo Mundo Brasil é formada por 22 escolas e organizações que ficam no Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste, que usam o circo como forma de inserção social de crianças e jovens, e atendem cerca de 150 pessoas por ano. “A proposta da rede é proporcionar educação de qualidade e ser um lugar com capacidade para ampliar a visão dessas pessoas. A arte circense é um instrumento de diálogo entre o jovem e a família, e entre o jovem e a sociedade. Ele é um instrumento de motivação”, explica Cleia Silveira da Fase.
Além de ensinar técnicas de malabares, perna de pau, palhaçadas e trapézio, as escolas de circo oferecem atividades extraescolares e acabam, indiretamente, ajudando na relação entre esses jovens e suas famílias e também com a comunidade. “As pessoas se sentem valorizadas. A criança é, para nós, uma ferramenta para a gente poder criar um pacto com a sociedade na qual ela está inserida”, diz o fundador da Trupe Tralha, de Belo Horizonte, Jaílson Persan. A trupe é uma escola de circo com atividades sociais há mais de 15 anos e tem como objetivo central a melhoria de qualidade de vida de crianças e adolescentes.
Muitas instituições que fazem parte da Rede Circo Mundo do Brasil são também escolas particulares. Vem do pagamento de alunos de classe média e alta boa parte da verba necessária para manter o braço social. As escolas também costumam participar de editais. Festivais, aluguel do espaço para eventos externos e a verba arrecadada com os ingressos do Cirque du Soleil complementam sua verba.
Cofundadora do Circo Laheto, Seluta Rodrigues acredita na força do circo como arma pedagógica e geradora de autoestima. “O circo ajuda as crianças a romperem com as dificuldades todos os dias. Há o desafio dos equipamentos desconhecidos, que eles aprendem a usar; há também o trabalho coletivo, essencial para o circo; e há a superação dos limites: hoje já aprendi a jogar uma bolinha, mas amanhã serão duas. O circo é um espaço de proteção para essas crianças, mas também um espaço lúdico, alegre”.
No Circo Laheto, com sede em Goiânia, ao lado do estádio Serra Dourada, as crianças têm transporte das escolas com as quais o espaço tem convênio, acompanhamento escolar, café da manhã, almoço e lanche. Elas participam das aulas de circo e oficinas de criação de equipamentos para o circo, além de fazerem apresentações para a comunidade.
Anselmo Serrat, do Circo Picolino (Foto: Divulgação)Anselmo Serrat: Circo Picolino (Foto: Divulgação)
Anselmo Serrat, da Escola Picolino, de Salvador, também acredita no potencial transformador da arte circense, sem esquecer dos estudos das crianças e adolescentes. Além de equilíbrio, coragem e superação do medo, a escola oferece aulas de dança, sexualidade e reforço escolar. Para quem pretende trabalhar com o circo, o grupo oferece também ajuda para que o aluno se profissionalize. “Quem demonstrar aptidão e querer partir para essa carreira, encaminhamos para cursos preparatórios”, explica Anselmo.
Apesar do forte impacto social que o circo gera, essas organizações e escolas não têm como foco principal a profissionalização dessas pessoas. “Não queremos interferir no futuro delas. A arte tem como proposta fazer a vida delas mais prazerosa. A ideia é que, mais felizes, eles vão acreditar mais neles mesmos”, explica Jaílson.
“Nosso objetivo não é a formação de profissionais do circo. Nossa função é de formar cidadãos”, resume Cleia.
Escolas de Circo Social:
Associação Cultural Canoa Criança – Canoa Quebrada (CE)
Telefones: (88) 9626-0880; (88) 9683-4262; (88) 9938-1746
Casa de Cultura e Cidadania - Nova Hamburgo (RS)
Telefone: (51) 3524-0243
Circo Baixada - Rio de Janeiro (RJ)
Telefone: (21) 2663-2170
Circo Escola Trupe Tralha - Belo Horizonte (MG)
Telefone: (31) 9636-0344; 3467-3139
Circo Laheto - Goiânia (GO)
Telefone: (62) 3281-3301; (62) 9633-0551
Escola Londrinense de Circo - Londrina (PR)
Telefone: (43) 3322-3708; (43) 9115-6194
Escola Pernambucana de Circo - Recife (PE)
Telefone: (81) 3266-0050
Projeto ICA Mogi Mirim (SP)
Telefones: (19) 3862.3794; (19) 8168.9536
Instituto Criança Cidadã – ICC São Paulo (SP)
Telefone: (11) 3661-6227
Instituto de Ecocidadania Juriti Juazeiro Norte (CE)
Lonas das Artes - Campinas (SP)
Telefones: (19) 3032-9303; (19) 3781-0382
Escola de Circo Pé de Moleque Teresina (PI)
Telefone: (86) 9974-7282
Circo Picolino - Salvador (BA)
Telefone: (71) 3363-4043
Centro Cultural Piolin - João Pessoa (PB)
Telefone: (83) 3241-6343; (83) 8738-7373
Instituto Pombas Urbanas - São Paulo (SP)
Telefone: (11) 2285-5962
Se Essa Rua Fosse Minha - Rio de Janeiro (RJ)
Telefone: (21) 3648-0298
Movimento Rua do Circo - Brasília (DF)
Telefone (61) 9986-5647; (61) 3367-2635; (61) 9979-4930

11/08/2012 06h49

Pequeno Cotolengo

Sabe aquele lacre das latinhas de alumínio que acaba indo para o seu lixo? O Pequeno Cotolengo utiliza para aquisição de cadeiras de rodas especiais. Saiba mais: (41) 3314-1900

Workshop de Dança Física Acrobática



Workshop de Dança Física Acrobática 


com o criador da cia belga Opinion Public 


dia 22 a 24 de Agosto


 no Cena Hum!
 





5º FESTIVAL DE CIRCO


Mário Vendramel de volta à tela


Mário Vendramel de volta à tela

Considerado o “Chacrinha do Paraná”, o animador é tema de um documentário que resgata a história da tevê no estado

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Publicado em 06/08/2012 | LUIGI PONIWASS
Quem tem mais de 30 anos lembra que o Paraná já teve o seu próprio Chacrinha. Era Mário Vendramel, que durante 35 anos comandou o principal programa de auditório do estado, em três emissoras diferentes: TV Paranaense (atual RPC TV), TV Iguaçu (hoje Rede Massa) e Rede OM (atual CNT). Nesse período, o paulista de Presidente Prudente, que iniciou a carreira aos 11 anos narrando peladas do alto de uma paineira em Apucarana (veja quadro abaixo), consolidou-se como a cara do Paraná na televisão – e um símbolo do estado, tanto quanto a araucária, o pinhão e a gasosa Cini.

Reprodução
Reprodução / O apresentador com o Palhaço Piri, que é entrevistado no documentárioAmpliar imagem
O apresentador com o Palhaço Piri, que é entrevistado no documentário
Trajetória
Das “irradiações” futebolísticas do alto de uma paineira em Apucarana, até a morte, em fevereiro de 2000, por complicações causadas por diabetes, 56 anos se passaram na vida de Mário Vendramel – mais de meio século dedicado ao rádio e à tevê paranaense. Confira os principais acontecimentos da carreira do comunicador:
1932 – Mário Vendramel nasce em Presidente Prudente, interior de São Paulo.
1943 – Quando tinha por volta de 11 anos, já em Apucarana, começa a subir em árvores para “transmitir” os jogos de futebol do bairro.
Meados dos anos 40 – Consegue um emprego como operador de áudio na Rádio Difusora de Apucarana. Um dia, quando o locutor falta, é promovido. Mais tarde, seria eleito o melhor locutor esportivo do Paraná.
Anos 50 e 60 – Ficou mais de dez anos no rádio, onde foi ator e narrador de radionovelas, além de locutor de programas de auditório, como Carrossel de Emoções (com Ubiratan Lustosa) e Expresso das Quintas.
1965 – Deixa o rádio para se dedicar à agência de publicidade Mário Vendramel.
1969 – É convidado a apresentar um programa na TV Paranaense, Canal 12. O Maxi Show estreia no fim do ano, e seria a primeira atração em cores produzida no Paraná, e também pioneira em variedades – com a presença de artistas nacionais e locais, shows de calouros e gincanas escolares.
1971 – O Maxi Show começa a ser exibido também em Santa Catarina, numa parceria com a TV Coligadas.
1973 – O programa passa para as manhãs de domingo, já na sede do Castelo do Batel.
1977 – Recebe o convite para montar um novo programa na TV Iguaçu, Canal 4, com o seu nome. O Programa Mário Vendramel chega a dar 37 pontos de audiência no Norte do estado, e consegue empatar com o programa do Chacrinha na capital.
1979 – É procurado pela TV Rio e por uma emissora paulista para comandar um programa nacional. Viaja a São Paulo para acertar o contrato, mas na volta sofre um acidente na BR-116 e fica dois anos fora do ar. Nesse meio tempo, o programa foi apresentado pelo filho Itamar e por Mário Celso Cunha.
Final dos anos 80 – O programa passa a ser exibido na então Rede OM, atual CNT.
1992 – O Programa Mário Vendramel sai do ar.
2000 – Morre na madrugada do dia 9 de fevereiro, por complicações causadas por diabetes, depois de permanecer dez dias internado no Hospital Evangélico.
Fonte: Documentário Mário Vendramel – 35 Anos no Ar e jornal O Estado do Paraná.
Fora do ar há 20 anos, falecido há 12, o animador parecia fadado a cair no ostracismo. Até que uma jovem jornalista de 36 anos teve a ideia de fazer um documentário sobre a carreira de Mário Vendramel, depois de uma conversa despretensiosa com o marido – hoje produtor, mas que no pas­­­sado foi baixista de uma ban­­da de punk rock que se apresentou no programa – e com um amigo, Humberto Vendramel, que é neto do comunicador.
Com a palavra, Tatiana Es­­costeguy: “O meu marido [Sidnei Carli, que assina a produção do documentário] foi baixista da Abaixo de Deus, banda punk que chegou a se apresentar no Má­­rio Vendramel”, conta ela. “Estávamos conversando com o Humberto Vendramel, neto dele e nosso amigo, sobre o ecletismo do Mário: ele era capaz de apresentar uma dupla sertaneja, um show de dublagem, um artista consagrado e uma banda punk, como o Beijo AA Força, tudo na mesma tarde. Então pensamos: ‘E se a gente fizesse um documentário?’. Conversamos com um dos filhos dele, o Lincoln, que adorou a ideia, fizemos um projeto e o inscrevemos na Lei Rouanet.”
O projeto Mário Vendramel – 35 Anos no Ar foi aprovado, mas as dificuldades estavam apenas começando. “Eu só consegui captar metade dos recursos, mesmo tendo feito um projeto barato. O orçamento era de cerca de R$ 100 mil, e eu consegui R$ 45 mil”, revela.
Mas o maior obstáculo foi o habitual desleixo com a memória audiovisual no Paraná. “Não havia nenhum livro, a família não tinha quase nada, não havia nenhum registro no Museu da Imagem e do Som, e as próprias emissoras tinham pouquíssimo material do programa dele”, conta Tatiana.
Por causa disso, ela quase desistiu do filme: “Eu não imaginava que seria tão difícil, pensei algumas vezes em desistir, sim. Mas serviu como alerta inclusive para eu ter mais cuidado com o meu próprio trabalho, arquivar com mais cuidado”.
Documento
Só que esses percalços não transparecem ao assistir o filme de 30 minutos, que teve uma pré-estreia na Cinemateca no início de julho, apenas para a família e amigos do apresentador. O capricho na edição, com direito a efeitos especiais e dramatizações, e a riqueza dos depoimentos compensam a falta de uma quantidade maior de imagens de arquivo. Com destaque para a reprodução de trechos de uma entrevista concedida por Mário Vendramel ao jornalista José Wille, em 1997, e aos depoimentos dos familiares e colegas de trabalho, como Mário Celso Cunha, Ubiratan Lustosa, Chacon, o Palhaço Piri, Mauro Mueller e as inesquecíveis dançarinas, as “marietes”.
A família Vendramel também aprovou: “Como filho dele eu achei o documentário excelente, mas como profissional do audiovisual eu senti falta de uma quantidade maior de imagens de arquivo, embora eu saiba de toda a dificuldade que a Tatiana encontrou”, comentou por telefone o empresário Lincoln Vendramel, um dos entrevistados no filme, e proprietário da produtora V1 Cine Vídeo. “Lamentavelmente o Canal 4 queimou todas as fitas da época dele, porque ocupavam muito espaço, e praticamente não há registros do melhor período do programa; no Canal 12 era ao vivo, não tinha VT [vídeo tape, fitas que gravavam as imagens]; e, para piorar, a última mulher do pai jogou fora todo o material que a gente tinha na família”, lamenta. “Mas com certeza ele estaria orgulhoso desse filme.”
Ou seja, o documentário já é o principal registro do maior comunicador do Paraná, antes mesmo de ser lançado oficialmente. A jornalista Tatiana Escosteguy cedeu à RPC TV o direito de exibir o documentário em primeira mão, e a ideia é que ele seja transmitido pela ÓTV, mas ainda não há nenhuma data definida. Depois disso, o filme deve ter uma exibição pública na Cinemateca, antes de ser repassado às bibliotecas, escolas e museus do estado.
“É uma oportunidade para as pessoas matarem a saudade, e terem acesso a um programa que marcou época na tevê do Paraná”, resume a jornalista. “Para os mais jovens, acho que vai acontecer o que aconteceu comigo. Eu lembrava do programa, mas não tinha ideia do tamanho do sucesso, de que ele recebeu convidados do nível de Tim Maia, Nélson Gonçalves e Raul Seixas, e que chegou a empatar em audiência com o Chacrinha...”.
Como diz o próprio Mário Vendramel, na frase que encerra o documentário: “Graças a Deus, deu certo. O pessoal gostou de mim na televisão...”.
FONTE : CADERNO G GAZETA DO POVO

Contadores de Histórias de Londrina


Amanhã, dia 07/08, às 20h, no Teatro Zaqueu de Melo (Av. Rio de Janeiro, 413), abertura do Segundo Encontro de Contadores de Histórias de Londrina (PR)

Are Amu Zev...Era UVez, Nós Três 
Brincando e celebrando a palavra, os artistas narradores Giba Pedroza , João Acaiabe e Paulo Federal contam histórias e transformam a palavra em brinquedo de poemas, trava-línguas, adivinhas rimadas, hai kais, lim
eriques e invencionices. O repertório é composto de obras como "Palavras Aladas", de Marina Colassanti; "O Menino que Vendia Palavras", de Ignácio de Loyola Brandão, "Os Três Astronautas", de Umberto Eco, "O Catador de Pensamentos", de Monica Feth, e "Zebeidas, Trolas, Primolas e Gripas", de Regina Machado. Com Giba Pedroza, João Acaiabe e Paulo Federal.
Entrada gratuita! O teatro abre às 19h para distribuição de senhas.


QUEIROLO "A ALEGRIA CONTINUA"



Com a Lei de Insentivo a Cultura, juntamente com a Fundação Cultural de Curitiba, A Família Queirolo e o Palhaço Piri levam a alegria do espetáculo Circo e Cultura nas escolas da Rede Municipal de Ensino de Curitiba durante o mês de Agôsto.

Confira a programação na agenda do PIRI.

(O Direito Autoral das fotos aqui publicadas são do palhaço PIRI e parceiros. Qualquer uso não autorizado destas imagens constitui-se em contrafação à Lei do Direito Autoral nº 9610/98.)


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