III Congresso de Educação de Ponta Grossa

A Empresa Amigos da Literatura em parceria com a Livraria Penuel teve a  apresentação do sósia do ator de Hollywood Jhonny Depp, que interpretou o Capitão Jack Sparrow, o Show com o palhaço PIRI
 que também realizou maquiagem artística nas crianças e a contadora de histórias Shirlene Álvares encantando  juntos no III Congresso de Educação de Ponta Grossa realizado pela Secretaria de Educação Municipal!!! 

A Prefeitura de Ponta Grossa, através da Secretaria Municipal de Educação, realizou o III Congresso de Educação, com o tema “A paixão de ler a palavra e o mundo”. Este é o maior evento de literatura e educação do Paraná. Levar crianças, a comunidade escolar e a população em geral para prestigiar as atividades, palestras e oficinas não é perder tempo. Isso é investimento no nosso futuro. A literatura é alimento para a alma”, destacou a secretária de Educação, Esméria Saveli.  so.
     O Congresso aconteceu no Complexo Cultural Jovanni Pedro Masini (pátio externo da Biblioteca Municipal) . Sendo homenageadas  as escritoras Anita Philipovsky e Glória Kirinus. 
Além de palestras e oficinas, a programação ainda inclui contação de histórias e lançamentos de livros. 

























III Congresso de Educação de Ponta Grossa


 III Congresso de Educação, com o tema “A paixão de ler a palavra e o mundo”



A Empresa Amigos da Literatura em parceria com a Livraria Penuel tem a alegria de apresentar o melhor e mais parecido sósia do ator de Hollywood Jhonny Depp, ele estará presente nos dias 07,08,09,10 de setembro, o Show com o palhaço PIRI de Curitiba nos dias 10, 11 e 12 de Setembro que também estará realizando maquiagem artística nas crianças e a contadora de histórias Shirlene Álvares encantando nos dias 08, 09, 10 e 11 de setembro juntos no III Congresso de Educação de Ponta Grossa realizado pela Secretaria de Educação Municipal!!! 
Vocês são nossos convidados para participar desse grande evento com entrada franca todos os dias, venha conhecer as outras grandes atrações e palestrantes que estarão participando desse grande evento!!!

A Prefeitura de Ponta Grossa, através da Secretaria Municipal de Educação, realiza o III Congresso de Educação, com o tema “A paixão de ler a palavra e o mundo”. A abertura do Congresso será no dia 7 de setembro, às 15 horas. “Estamos com uma excelente expectativa para o congresso deste ano. Este é o maior evento de literatura e educação do Paraná e temos muito orgulho. Levar crianças, a comunidade escolar e a população em geral para prestigiar as atividades, palestras e oficinas não é perder tempo. Isso é investimento no nosso futuro. A literatura é alimento para a alma”, destacou a secretária de Educação, Esméria Saveli, durante reunião com a organização do Congresso.
     Em encontro com as diretoras das escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis), a secretária orientou as servidoras a levarem professores, pedagogas, alunos e estimularem os pais a prestigiarem o evento. Um recurso da SME será destinado para que todas as escolas invistam no acervo literário. “Queremos que sejam adquiridos literatura infanto-juvenil para as crianças, mas também literatura adulta e para formação dos professores, para formarmos uma biblioteca para os servidores”, explicou Esméria.
     O III Congresso de Educação abriga ainda os eventos IV Festival Literário dos Campos Gerais, X Mostra Pedagógica, IX Seminário de Educação Inclusiva e a VII Feira do Livro, que contará com 15 expositores, entre livreiros e editoras. Já estão esgotadas as vagas para algumas atividades, como a palestra do autor Augusto Cury. A coordenação do evento orienta sobre a importância dos inscritos em levarem o comprovante da inscrição no momento da atividade, para liberar o acesso.
     O Congresso acontece no Complexo Cultural Jovanni Pedro Masini (pátio externo da Biblioteca Municipal) e a abertura oficial será realizada às 15 horas. Este ano, as homenageadas são as escritoras Anita Philipovsky e Glória Kirinus. Além das palestras e oficinas, a programação ainda inclui contação de histórias e lançamentos de livros. As inscrições para as atividades do Congresso de Educação 2015 podem ser realizadas através do endereço http://goo.gl/Pu9BKt. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público. A programação completa você pode conferir no site da Secretaria Municipal de Educação http://sme.pontagrossa.pr.gov.br/. O Congresso de Educação chega a sua terceira edição com expectativa de movimentar um público com mais de 80 mil pessoas.






SANDUBA DELIVERY - ESPECIAL CIA SUNO



O espetáculo lúdico e interativo foi apresentado gratuitamente na 
CIA DOS PALHAÇOS em Curitiba-PR



 Em Sanduba Delivery, um palhaço chega com sua bicicleta acrobática para fazer os pedidos e as entregas de sua lanchonete. Para a entrada, há equilibrismo e acrobacia com diferentes objetos. No prato principal, pode-se escolher entre malabarismo com bolas ou aros. De sobremesa, malabarismo com chapéus. Quem faz o pedido é o público, formando a cada apresentação um cardápio e um espetáculo diferente.

Dirigido por Helena Figueira, o espetáculo foi apresentado em diversas cidades, entre elas Curitiba, São Paulo, Santos, Campinas, Rio Preto e Piracicaba. Sucesso por onde passa, Sanduba Delivery impressiona pela capacidade técnica e talento do intérprete Duba Becker, que encerra o espetáculo oferecendo uma performance surpreendente, apelidada de “Cafezinho”, com o artista equilibrando uma barraca de feira no queixo.

Longa estrada/ Fundada em 1998 por um grupo de amigos que sonhavam criar um núcleo de pesquisa cênica na cidade de Santos, a Cia Suno hoje é composta por uma atriz dramática e circense, formada pelo CPT e pela École National du Cirque Annie Fratellini (Helena Figueira) e um artista acrobata com domínio das técnicas de malabares (Duba Becker).





























Circo Urbano – o dia a dia da cidade de um jeito irreverente


Espetáculo “Circo Urbano”, no Villa Hauer Cultural, sábado e domingo, às 17h. A apresentação é da A RZLUZ Teatro e é super diferente porque recria o cotidiano das ruas combinando artes circenses, dança e teatro.

Seis artistas se dividem no palco para viver situações da vida urbana. Porém tudo é exposto usando números de tecido acrobático, lira, trapézio fixo, slackline, malabares e por palhaços. O interessante é que o público consegue se ver nas cenas, se identificar com o que está sendo apresentado.
A censura é livre, mas crianças a partir de seis anos aproveitam mais. Fica em cartaz até 20 de setembro. Os ingressos custam apenas R$ 10 a meia entrada. O Villa Hauer Cultural fica na Rua Bom Jesus do Iguape, 2121. Informações pelo 41 9119 3390.


MIRO Desenhos do coração


Um dos maiores nomes do circo, Orlando Orfei morre aos 95 anos no Rio

Artista morreu no sábado vítima de pneumonia, em Duque 

de Caxias

Fundador do Circo Nazionale D'Itália e do Tivoli Park e um dos maiores nomes do circo mundial, o artista Olrlando Orfei morreu na noite de sábado aos 95 anos. Ele teve pneumonia e estava em coma induzido desde o dia 16, no Hospital do Coração de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.








Orlando Orfei é da quinta geração de uma família circense. A tradição começou em 1820,
quando o bisavô dele, que era padre, largou a batina por amor. Orlando Orfei nasceu cem
anos depois, em 1920, na Itália, e começou no circo aos cinco anos de idade, como palhaço. Também foi equilibrista, malabarista, mágico e domador.




O artista veio ao Brasil no final da década de 1960, para o Festival Mundial do Circo, e se apaixonou pelo país. Em 1969, inaugurou o Circo Nazionale D'Itália, em São Paulo, e, em 1972, fundou o Tivoli Park, no Rio de Janeiro. Durante duas décadas, o Tivoli foi um dos parques de diversões mais famosos do país.
O corpo de Orlando Orfei será velado nesta segunda-feira, a partir das 14h, no Cemitério Jardim
 da Saudade de Mesquita. O enterro será na terça-feira.


fonte:http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-08-02/um-dos-maiores-nomes-do-circo-orlando-orfei-morre-aos-95-anos-no-rio.html

O Circo da Cidade Zé Priguiça, reabriu nesta quinta-feira (30/07)





O Circo da Cidade Zé Priguiça, instalado no bairro Alto Boqueirão, reabriu nesta quinta-feira (30) com um público formado por 100 crianças, que assistiram ao espetáculo “Kitinete”, da Cia Coutinho e Gabardo. Curitiba, 30/07/2015 - Foto: Maurilio Cheli/SMCS.










O Circo da Cidade Zé Priguiça, instalado no bairro Alto Boqueirão, reinicia suas atividades na próxima semana com estrutura renovada. Ganhou uma nova lona com 21 metros de diâmetro nas cores azul e laranja, e também uma nova tenda de apoio e um novo portal de entrada. A inauguração do circo com a cobertura recém-instalada está marcada para a próxima quinta-feira (30), às 15h. 

A Fundação Cultural de Curitiba aproveitou o período de férias escolares para fazer a troca das lonas e do portal, a um custo total de R$ 96 mil. Com isso, garantiu a continuidade das atividades do circo, que oferece oficinas circenses para crianças carentes e promove espetáculos para a comunidade de várias regiões da cidade.

A cobertura foi confeccionada sob medida e substitui a lona adquirida em 2007, que já estava com a sua vida útil vencida. Os demais equipamentos – ferragens, arquibancadas, palco, aparelhos de iluminação e sonorização – foram mantidos, pois são itens permanentes (também foram adquiridos em 2007) e estão em boas condições.

Para a substituição da lona, todo o circo teve que ser desmontado e remontado, o que levou 20 dias, inclusive finais de semana, envolvendo o trabalho de funcionários da Fundação Cultural de Curitiba e da empresa vencedora da licitação. O equipamento cobre uma área de aproximadamente 500 metros quadrados e as arquibancadas comportam cerca de 300 pessoas ou 350 crianças.
Oficinas e espetáculos – As atividades do Circo da Cidade são realizadas por companhias teatrais e circenses selecionadas por editais de Produção, Difusão e Formação em Circo do Fundo Municipal da Cultura. Os editais possibilitam a promoção de 150 espetáculos gratuitos para a comunidade durante um ano, além de 550 horas anuais de oficinas de circo para crianças – atividades que reúnem um público estimado em 60 a 65 mil pessoas. As oficinas que ensinam todas as modalidades de arte circense (acrobacias, equilibrismo, malabarismo, entre outras) atendem de 60 a 100 crianças em dois períodos, pela manhã e à tarde.  

Durante o primeiro semestre deste ano, enquanto a lona não era substituída e o material antigo não suportava as intempéries, os espetáculos agendados foram transferidos para escolas municipais de diversos bairros de Curitiba. As oficinas infantis não foram prejudicadas e aconteceram normalmente no circo, até o recesso escolar.

Até o final do ano, as oficinas continuam sendo orientadas pelos artistas da Cia Coutinho e Gabardo, que venceu o edital com o projeto “Do picadeiro à vida: o ensino aprendizagem através do circo”. O grupo também será responsável pelo espetáculo de estreia do circo com a lona nova. O espetáculo “Kitinete” ficará em cartaz nos finais de semana até 5 de setembro. Na programação deste ano estão ainda os espetáculos “A fabulosa companhia do Palhaço Só” (24 de setembro a 31 de outubro), da Asparte – Associação dos Profissionais da Área Artística do Paraná, e “Círculo: uma história sobre rodas” (de 11 de novembro a 19 de dezembro), da Cia. Marina Prado. 

O Circo da Cidade está instalado no Alto Boqueirão desde 2011, mas suas atividades atendem as demais regionais. Dos 150 espetáculos realizados no ano, 100 são dirigidos a crianças de outros bairros. “As oficinas não se limitam a ensinar as técnicas circenses. As crianças interagem com outras artes, aprendem noções de educação, saúde, meio ambiente e cidadania, desenvolvem a disciplina e a auto-estima”, destaca Albanir Moura, coordenador do programa.
História – O Circo da Cidade é um dos programas culturais mais antigos de Curitiba. Sua história começa em 1976, quando a Prefeitura de Curitiba adquiriu a primeira lona, com apoio da Funarte/MEC, atendendo ao apelo da Família Queirollo, que com o advento da televisão passava por muitas dificuldades, assim como a maioria das companhias circenses, principalmente as de pequeno porte. O circo foi inaugurado em outubro daquele ano, no Parque Barigui, com o nome do famoso palhaço Chic-Chic, e funcionou até 1979 sob a administração da família Queirollo.

Em 1980 o circo começou a ser administrado pela Fundação Cultural, com o nome de Circo da Cidade de Curitiba. Nesse período o projeto se caracterizou pela curta permanência em cada bairro, levando shows e espetáculos, oferecendo espaço para cursos e ofícios, e servindo como instrumento de valorização da cultural local. O circo passou a funcionar como um centro cultural itinerante e como espaço de atuação da sociedade civil organizada.  

De 1984 a 1990, a Fundação adquiriu novas estruturas e passou a ter quatro circos para realizar o seu programa de cultura local. Em 1988, uma das lonas permaneceu durante seis meses na praça Santos Andrade, servindo de palco de debates durante a Assembleia Nacional Constituinte. Novas mudanças ocorreram a partir de 1990, atendendo a política cultural do município. Dos quatro circos existentes, mantiveram-se dois e a partir de 1994 o projeto passou a funcionar com apenas uma unidade. A prioridade passou a ser as oficinas, com a preocupação maior de resgatar e valorizar a arte circense. Com esse objetivo, em 2002, foi firmada uma parceria entre a Fundação Cultural e a Fundação de Ação Social. A parceria se manteve até 2007.

A partir de 2008, o Circo da Cidade sofreu uma reestruturação completa. A aquisição de um novo circo completamente equipado permitiu a retomada do projeto original. O circo passou a se chamar Circo da Cidade – Lona Zé Priguiça, em homenagem ao funcionário da Fundação Cultural de Curitiba, Pedro Irineu dos Santos, o Palhaço Zé Priguiça, falecido em 2001. Atualmente, o circo é mantido com verba do Fundo Municipal da Cultura, permitindo que a comunidade curitibana compartilhe os diversos gêneros, tendências e linguagens que o circo pode proporcionar de forma descentralizada.
Serviço: 
Inauguração da nova lona do Circo da Cidade Zé Priguiça – Apresentação do espetáculo “Kitinete”, da Cia Coutinho e Gabardo
Local: Rua Benedicto Siqueira Branco, s/n – Alto Boqueirão (próximo ao Armazém da Família Jardim Paranaense) – telefone: (41) 3287-5307
Data e horário: 30 de julho de 2015 (quinta-feira), às 15h
Entrada franca.
Autor: Assessoria de Imprensa da FCC
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba


Prefeito de Curitiba sanciona lei que regulamenta apresentações de artistas de rua



O prefeito Gustavo Fruet sancionou, nesta quarta-feira (29), a lei que regulamenta a apresentação de artistas de rua em Curitiba. O trâmite do projeto, aprovado na Câmara Municipal no mês passado, foi acompanhado pela Fundação Cultural de Curitiba, que já coordenava, através de seus núcleos regionais, as atuações dos artistas.
A nova lei é uma reivindicação antiga dos artistas, que ajudaram a construí-la junto com o Legislativo e o Executivo. “É mais um passo importante para a democratização, incentivo e descentralização da cultura em nossa cidade. E mais uma iniciativa em parceria com o Legislatico”, disse o prefeito.
“A lei traz impactos importantes ao garantir a vida cultural nas ruas da cidade e reforçar os direitos desse grande número de artistas que atuam em Curitiba”,  disse o presidente da Fundação Cultural, Marcos Cordiolli.
A regulamentação autoriza as apresentações culturais de artistas de rua em praças, anfiteatros, largos e vias públicas, com base em alguns requisitos: o profissional ou grupo artístico não poderá usar palcos ou qualquer estrutura sem prévia comunicação ou autorização da administração municipal e obedecer à Lei do Sossego (Lei Municipal 10.625/2002). As atividades também só poderão ser realizadas entre as 8h e 22 horas.
A lei também autoriza a comercialização de bens culturais durante as apresentações, desde que os produtos sejam de autoria do profissional ou grupo artístico.
O autor do projeto, vereador Mestre Pop, ressaltou que a proposta visa dar dignidade ao trabalho desses profissionais.
Circulando
Além de terem garantido o direito de se atuarem nas vias públicas, os artistas de rua já têm, há um ano, abertura em espaços da Fundação Cultural. O projeto Circulando no TUC, no Kraide e no Cleon Jacques abre todo mês os palcos e a estrutura técnica do Teatro Universitário de Curitiba, na Galeria Júlio Moreira, no teatro Antônio Carlos Kraide, no Portão Cultural e no teatro Cleon Jacques, no Centro de Criatividade de Curitiba para que artistas inscritos se apresentem.
O coordenador de regionais da Fundação, Crizanto Westphalen, que idealizou o Circulando e acompanhou o trâmite do projeto de lei no Legislativo, lembra que é importante para cidade reconhecer seus artistas de rua e ajudar na divulgação de seu trabalho. “Muitos destes artistas já são reconhecidos em suas comunidades, mas nunca tiveram a possibilidade de tocar em um palco com recursos técnicos”, explica.
A inscrição para o Circulando é feita na Regional mais próxima do artista. A proposta é voltada para artistas que já tenham certo reconhecimento na comunidade. Todas as apresentações são gratuitas. Os artistas terão acesso a todo equipamento técnico dos espaços. A Fundação também faz a divulgação com filipetas, inserção no Guia Curitiba Apresenta e divulgação no site. Como contrapartida, os artistas poderão se apresentar em outro evento da Fundação em sua Administração Regional de origem.

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