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DICAS DO PIRI


“Meu filho gosta de brincar de boneca. Quando devo atentar para isso?” - **Marcelo Niel
Na difícil arte de educar, os pais muitas vezes se deparam com ciladas. 
Deparar-se com o seu “meninão” brincando com a bonequinha da prima, ou o que pode ser ainda pior – na visão amedrontada de muitos pais – ouvir da boca do filho que ele quer ganhar uma Barbie do Papai Noel, pode levar o “ego familiar” à falência. 
Acalmem-se pais: a homossexualidade não é contagiosa. 
O grande temor dos pais é que ter um filho brincando com bonecas possa transformá-lo ou ser um “grave indício” de que ele é homossexual e isso não é verdade. 
Somos nós, enquanto pais, educadores e sociedade que construímos e determinamos, artificialmente e ao longo de gerações quais são os brinquedos próprios de meninos e meninas de acordo com as regras da sociedade. 
Desse modo, e infelizmente, meninas ganham bonecas, panelas e vassouras, enquanto meninos ganham carros, tijolinhos, maletas de médico e caixas registradoras. 
A criança terá interesse por tudo que é novidade, colorido e faz barulho, independente se for uma Barbie ou uma bola de futebol. 
E não será o interesse por certos tipos de brinquedos que interferirá na orientação sexual do seu filho. Isso porque a orientação sexual, que pode ser entendida como a “preferência” por um determinado sexo é um fator geneticamente determinado, como mostram diversas pesquisas, muito antigas inclusive. 
No mesmo raciocínio, insistir que seu filho goste de futebol e carrinhos de ferro não o tornará heterossexual. 
Se ele for homossexual, ele poderá ser um homossexual que goste de carros e futebol. 
Se ele for um heterossexual que brincou com panelinhas, poderá ser um indivíduo não machista que aprendeu desde cedo que homem também pode “pilotar fogão” e até se tornar um grande cozinheiro. 
Sabe-se lá.
Outro ponto importante – não necessariamente preocupante – reside num outro aspecto da sexualidade que é a identidade de gênero, que pode ser compreendida como o “sexo” ao qual o indivíduo pertence, homem ou mulher. 
E, em alguns casos, quando a identidade de gênero vem “trocada” por questões provavelmente biológicas, gera-se uma grande confusão, misturando-se na cabeça dos pais com a questão da orientação. 
Nas alterações de identidade de gênero, a pessoa, muitas vezes desde a infância, se vê com o “sexo” trocado, não se enxergando pertencente ao seu sexo biológico. 
E isso é de assustar qualquer pai e qualquer mãe. 
Os pais ficam muito assustados frente a esse tipo de acontecimento, simplesmente porque não foram preparados para isso, em nenhum estágio do seu desenvolvimento como ser humano. Pouco se discute na escola sobre essas possibilidades, justamente pelo medo do “contágio”. Muitos pais acreditam que falar sobre o assunto pode “dar a ideia” e “transformar” o filho em gay ou travesti. 
Nos cursos de noivos das igrejas, nos divãs dos analistas e nos chás de bebês, quase ninguém debate essa possibilidade. 
As pouquíssimas pessoas que ouvi admitindo a possibilidade de ter um filho homossexual ou transexual são cruelmente rechaçadas pelos demais. 
Ninguém – ou quase – deseja ter um filho homossexual; transexual muito menos. 
Deveríamos preventivamente discutir essa questão mais abertamente em nossa sociedade para que os pais e a própria sociedade estivessem mais preparados para receber seus filhos com amor, seja lá como venham. 
Enquanto isso não acontece, resta apagar o incêndio de orientar os pais quando se deparam com essas dúvidas e rezar para que eles não castiguem, não violentem, não espanquem e não oprimam a subjetividade de seus filhos, gerando pessoas infelizes.

**Marcelo Niel - médico psiquiatra e psicoterapeuta de orientação junguiana. 
Mestre em Ciências e colaborador da UNIFESP. 
Professor Instrutor do Departamento de Psiquiatria da Santa Casa de São Paulo. 
Um dos autores do livro: Série Dilemas Modernos 1: Drogas, Família e Adolescência.
                     
‎18 meses – 3 anos

A pequena criança neste estágio cresce menos do que durante os primeiros 18 meses de vida. A criança, então, pode correr uma curta distância por si mesma, comer sem a ajuda de terceiros, e falar algumas palavras que têm significado (por exemplo, mamãe, papai, bola, etc), e a expectativa é que a criança continue a melhorar estas habilidades.

O principal aspecto desta faixa etária é o desenvolvimento gradual da fala e da linguagem. Aos três anos de idade, a criança já pode formar algumas frases completas (e corretas gramaticalmente) usando palavras já aprendidas, e possui um vocabulário de aproximadamente 800 a mil palavras.

A criança lentamente passa a compreender melhor o mundo à sua volta, e a aprender que neste mundo há regras que precisam ser obedecidas, embora ainda seja bastante egocêntrica - comumente vendo outras pessoas mais como objetos do que pessoas, não sabendo que estas possuem sentimentos próprios. Assim sendo, a criança muitas vezes prefere brincar sozinha a brincar com outras crianças da mesma faixa etária. No final desta faixa etária, uma criança geralmente já sabe diferenciar pessoas do sexo masculino e pessoas do sexo feminino, e também já começa a ter suas próprias preferências, como roupas e entretenimentos, por exemplo. Pode também ser capaz de se vestir sem a ajuda de terceiros, e de antecipar acontecimentos.
18 meses – 3 anos

A pequena criança neste estágio cresce menos do que durante os primeiros 18 meses de vida. A criança, então, pode correr uma curta distância por si mesma, comer sem a ajuda de terceiros, e falar algumas palavras que têm significado (por exemplo, mamãe, papai, bola, etc), e a expectativa é que a criança continue a melhorar estas habilidades.

O principal aspecto desta faixa etária é o desenvolvimento gradual da fala e da linguagem. Aos três anos de idade, a criança já pode formar algumas frases completas (e corretas gramaticalmente) usando palavras já aprendidas, e possui um vocabulário de aproximadamente 800 a mil palavras.

A criança lentamente passa a compreender melhor o mundo à sua volta, e a aprender que neste mundo há regras que precisam ser obedecidas, embora ainda seja bastante egocêntrica - comumente vendo outras pessoas mais como objetos do que pessoas, não sabendo que estas possuem sentimentos próprios. Assim sendo, a criança muitas vezes prefere brincar sozinha a brincar com outras crianças da mesma faixa etária. No final desta faixa etária, uma criança geralmente já sabe diferenciar pessoas do sexo masculino e pessoas do sexo feminino, e também já começa a ter suas próprias preferências, como roupas e entretenimentos, por exemplo. Pode também ser capaz de se vestir sem a ajuda de terceiros, e de antecipar acontecimentos.




‎0 - 18 meses

Neste estágio, o bebê é totalmente dependente de terceiros (geralmente, dos pais) para quaisquer coisas como locomoção, alimentação ou higiene. Neste período, o bebê aprende atos básicos de locomoção como sentar, engatinhar, andar. Recomenda-se o aleitamento materno exclusivo até que o sexto mês de vida; isso porque o leite materno tem uma composição mais adequada, tem menor custo e exige cuidados mais simples em relação a outros tipos de leite, bem como possui anticorpos e outros fatores para proteger o lactente de infecções, e ainda fortalece a relação entre a mãe e seu filho. Caso haja empecilho ou, raramente, contra-indicação, ao aleitamento materno, leites substitutos como de vaca, cabra ou soja podem ser usados, além de leites de vaca modificados para ter composição mais semelhante ao humano. Esses leites, porém, têm maior risco de induzir alergias na criança (especialmente os leites animais in natura), e exigem suplementação de nutrientes como ferro ou ácido fólico, exceto aqueles que têm adição de vitaminas. Após o sexto mês de vida, a dieta alimentar de um bebê começa a variar, com a introdução lenta e gradual de novos alimentos.

Neste estágio da vida, a criança cresce muito rapidamente. Os primeiros cabelos, bem como os primeiros dentes, aparecem neste estágio. Aos 18 meses de vida, a maioria dos bebês já soltaram suas primeiras palavras. Este período é caracterizado pelo egocentrismo, pois o bebê não compreende que faz parte de uma sociedade, e o mundo para ele gira em torno de si mesmo.
0 - 18 meses

Neste estágio, o bebê é totalmente dependente de terceiros (geralmente, dos pais) para quaisquer coisas como locomoção, alimentação ou higiene. Neste período, o bebê aprende atos básicos de locomoção como sentar, engatinhar, andar. Recomenda-se o aleitamento materno exclusivo até que o sexto mês de vida; isso porque o leite materno tem uma composição mais adequada, tem menor custo e exige cuidados mais simples em relação a outros tipos de leite, bem como possui anticorpos e outros fatores para proteger o lactente de infecções, e ainda fortalece a relação entre a mãe e seu filho. Caso haja empecilho ou, raramente, contra-indicação, ao aleitamento materno, leites substitutos como de vaca, cabra ou soja podem ser usados, além de leites de vaca modificados para ter composição mais semelhante ao humano. Esses leites, porém, têm maior risco de induzir alergias na criança (especialmente os leites animais in natura), e exigem suplementação de nutrientes como ferro ou ácido fólico, exceto aqueles que têm adição de vitaminas. Após o sexto mês de vida, a dieta alimentar de um bebê começa a variar, com a introdução lenta e gradual de novos alimentos.

Neste estágio da vida, a criança cresce muito rapidamente. Os primeiros cabelos, bem como os primeiros dentes, aparecem neste estágio. Aos 18 meses de vida, a maioria dos bebês já soltaram suas primeiras palavras. Este período é caracterizado pelo egocentrismo, pois o bebê não compreende que faz parte de uma sociedade, e o mundo para ele gira em torno de si mesmo.













Com a chegada dos dias quentes, redobre a atenção com seus filhos!

O verão é uma das épocas do ano mais aguardadas pelas crianças. Afinal, tem coisa melhor do que brincar na água da praia ou da piscina? Para que esse momento tenha só boas lembranças, a atenção dos pais deve ser redobrada. E os números cedidos pela Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa) explicam o motivo: o afogamento é a segunda maior causa de morte de crianças de 1 a 9 anos no Brasil, sendo que 45% delas acontecem por falhas na supervisão dos adultos.

“Nesses próximos meses, os cuidados devem ser multiplicados, já que a exposição das crianças a áreas com espelhos d’água aumenta em muito o risco de afogamento. A supervisão de 100% do tempo com seu filho é fundamental”, diz David Szpilman, diretor médico da Sobrasa.

Cerca de 5 minutos sem respirar é o suficiente para causar danos permanentes no cérebro. Os afogamentos acontecem de forma rápida e silenciosa. Por isso, todo cuidado é pouco. Abaixo, você confere 10 dicas para evitar esse tipo de acidente com a sua família, lembrando que a principal delas é sempre o olhar atento às crianças:

Em praias

• Pergunte ao salva-vidas qual é o melhor lugar para o banho de mar.

• Obedeça as placas de sinalização na praia (e ensine sobre elas às crianças). Se a bandeira for vermelha, por exemplo, não entre no mar em hipótese alguma.

• Ainda que o seu filho seja mais velho e saiba nadar, nunca deixe-o sozinho no mar.

• Se você vir uma pessoa se afogando, seja ela um adulto ou uma criança, não tente salvá-la (a não ser que você conheça técnicas de reanimação). Busque a ajuda de um salva-vidas ou ligue para um serviço de emergência.

• Bóias de braço ou brinquedos infláveis não garantem a segurança das crianças, já que podem estourar ou esvaziar. O ideal são os coletes salva-vidas.

Em piscinas

• As áreas de piscina devem estar sempre isoladas, com cerca, portões ou o que limitar o acesso das crianças. Melhor ainda quando é possível contar com aqueles alarmes sonoros que avisam quando alguém ultrapassa um perímetro demarcado.

• Não deixe brinquedos próximos da beirada. Isso atrai as crianças para perto das piscinas.

• Desligue o filtro da piscina em caso de uso, já que a pressão que ele faz pode prender o cabelo do seu filho, por exemplo.

• Não permita brincadeiras que envolvem hiperventilação - aquelas em que as crianças querem testar quem fica mais tempo embaixo da água. Um desmaio nessas situações pode ser fatal.

• Avisos sinalizando as áreas rasas das piscinas também são fundamentais.
Com a chegada dos dias quentes, redobre a atenção com seus filhos!

O verão é uma das épocas do ano mais aguardadas pelas crianças. Afinal, tem coisa melhor do que brincar na água da praia ou da piscina? Para que esse momento tenha só boas lembranças, a atenção dos pais deve ser redobrada. E os números cedidos pela Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa) explicam o motivo: o afogamento é a segunda maior causa de morte de crianças de 1 a 9 anos no Brasil, sendo que 45% delas acontecem por falhas na supervisão dos adultos.

“Nesses próximos meses, os cuidados devem ser multiplicados, já que a exposição das crianças a áreas com espelhos d’água aumenta em muito o risco de afogamento. A supervisão de 100% do tempo com seu filho é fundamental”, diz David Szpilman, diretor médico da Sobrasa.

Cerca de 5 minutos sem respirar é o suficiente para causar danos permanentes no cérebro. Os afogamentos acontecem de forma rápida e silenciosa. Por isso, todo cuidado é pouco. Abaixo, você confere 10 dicas para evitar esse tipo de acidente com a sua família, lembrando que a principal delas é sempre o olhar atento às crianças:

Em praias

• Pergunte ao salva-vidas qual é o melhor lugar para o banho de mar.

• Obedeça as placas de sinalização na praia (e ensine sobre elas às crianças). Se a bandeira for vermelha, por exemplo, não entre no mar em hipótese alguma. 

• Ainda que o seu filho seja mais velho e saiba nadar, nunca deixe-o sozinho no mar.

• Se você vir uma pessoa se afogando, seja ela um adulto ou uma criança, não tente salvá-la (a não ser que você conheça técnicas de reanimação). Busque a ajuda de um salva-vidas ou ligue para um serviço de emergência.

• Bóias de braço ou brinquedos infláveis não garantem a segurança das crianças, já que podem estourar ou esvaziar. O ideal são os coletes salva-vidas.

Em piscinas
 
• As áreas de piscina devem estar sempre isoladas, com cerca, portões ou o que limitar o acesso das crianças. Melhor ainda quando é possível contar com aqueles alarmes sonoros que avisam quando alguém ultrapassa um perímetro demarcado.

• Não deixe brinquedos próximos da beirada. Isso atrai as crianças para perto das piscinas.

• Desligue o filtro da piscina em caso de uso, já que a pressão que ele faz pode prender o cabelo do seu filho, por exemplo.

• Não permita brincadeiras que envolvem hiperventilação - aquelas em que as crianças querem testar quem fica mais tempo embaixo da água. Um desmaio nessas situações pode ser fatal.

• Avisos sinalizando as áreas rasas das piscinas também são fundamentais.



















Galeria de máscaras infantis para colorir, imprimir, pintar!






A chupeta é causa de polêmica entre pediatras.
O que você acha?

Especialista fala sobre os prós e contras do uso da chupeta.

Apesar de alguns benefícios, especialista afirma que a chupeta deve ser evitada.

O bebê chora e a primeira distração que recebe é uma chupeta. A solução é imediata, a criança se aquieta enquanto suga o brinquedinho e os ouvidos e a paciência da mãe são poupados. Muitos médicos, contudo, são contra essa medida e reprovam por completo a sua adoção.

A chupeta, conhecida em inglês como "pacifier” ( ou “pacificadora”), tem realmente a utilidade de acalmar a criança, “mas com prejuízos”, diz o Dr. Luciano Borges Santiago, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria. Além da função de calmante, um estudo americano também afirma que o uso da chupeta pode prevenir a morte súbita (óbito inexplicável de crianças menores de um ano). Santiago deixa claro, no entanto, que essas constatações são apenas estatísticas e que, por tanto, o hábito traz mais efeitos nocivos do que benéficos.

O uso do brinquedo pode deixar os dentes tortos e deformar a arcada dentária. Além de causar problemas de mastigação e até mesmo de dicção mais para frente (já que a língua é forçada a fazer movimentos errados durante a sucção e fica despreparada para a articulação das palavras). Outro problema é a má respiração. “O corpo foi feito para receber o ar do ambiente pelo nariz, que o aquece, umidifica e limpa. Porém, a criança que mama chupeta frequentemente respira pela boca, levando o ar aos pulmões pela garganta, sem a hidratação e filtração adequadas. Isso pode causar irritações, infecções, bronquite e até pneumonia”, explica o médico.

Com tantas constatações negativas, entende-se que a chupeta deve ser evitada. Mas então surge a pergunta: aí a criança não vai passar a sugar o dedo? Segundo o pediatra, teoricamente o dedo faria menos mal, “afinal já está comprovado que o bebê chupa do dedo dentro da barriga da mãe”, porém o vício também não deve ser incentivado, já que pode deixar a mordida torta.

“Mamar no peito já dá a satisfação necessária de sucção”, afirma Santiago, por isso quando a criança colocar o dedo na boca, dê “uma função para a mão dela”. Entregue um brinquedo como um mordedor, assim ela percebe que deve usar as mãozinhas para segurar, e não para sugar.

O problema pode chegar até mesmo às mães. Como o bebê aprende a mamar errado na chupeta, ele pode machucar o bico do seio. As fissuras podem criar feridas, que tornam-se infecções e desenvolvem a mastite. Mais tarde, isso pode levar até mesmo à deformidade da mama, que depois só pode ser corrigida com plástica.

O médico acredita que hoje em dia as pessoas querem “as coisas mais fáceis”, por isso optam por entregar a chupeta ao bebê ao invés de entender as causas do choro e resolver o problema. "Há também outros meios de se acalmar a criança, pegar no colo, fazer carinho, até mesmo cantar podem ajudar”, afirma.

 Foto: A chupeta é causa de polêmica entre pediatras.
O que você acha?

Especialista fala sobre os prós e contras do uso da chupeta.

Apesar de alguns benefícios, especialista afirma que a chupeta deve ser evitada.

O bebê chora e a primeira distração que recebe é uma chupeta. A solução é imediata, a criança se aquieta enquanto suga o brinquedinho e os ouvidos e a paciência da mãe são poupados. Muitos médicos, contudo, são contra essa medida e reprovam por completo a sua adoção.

A chupeta, conhecida em inglês como "pacifier” ( ou “pacificadora”), tem realmente a utilidade de acalmar a criança, “mas com prejuízos”, diz o Dr. Luciano Borges Santiago, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria. Além da função de calmante, um estudo americano também afirma que o uso da chupeta pode prevenir a morte súbita (óbito inexplicável de crianças menores de um ano). Santiago deixa claro, no entanto, que essas constatações são apenas estatísticas e que, por tanto, o hábito traz mais efeitos nocivos do que benéficos.

O uso do brinquedo pode deixar os dentes tortos e deformar a arcada dentária. Além de causar problemas de mastigação e até mesmo de dicção mais para frente (já que a língua é forçada a fazer movimentos errados durante a sucção e fica despreparada para a articulação das palavras). Outro problema é a má respiração. “O corpo foi feito para receber o ar do ambiente pelo nariz, que o aquece, umidifica e limpa. Porém, a criança que mama chupeta frequentemente respira pela boca, levando o ar aos pulmões pela garganta, sem a hidratação e filtração adequadas. Isso pode causar irritações, infecções, bronquite e até pneumonia”, explica o médico.

Com tantas constatações negativas, entende-se que a chupeta deve ser evitada. Mas então surge a pergunta: aí a criança não vai passar a sugar o dedo? Segundo o pediatra, teoricamente o dedo faria menos mal, “afinal já está comprovado que o bebê chupa do dedo dentro da barriga da mãe”, porém o vício também não deve ser incentivado, já que pode deixar a mordida torta.

“Mamar no peito já dá a satisfação necessária de sucção”, afirma Santiago, por isso quando a criança colocar o dedo na boca, dê “uma função para a mão dela”. Entregue um brinquedo como um mordedor, assim ela percebe que deve usar as mãozinhas para segurar, e não para sugar.

O problema pode chegar até mesmo às mães. Como o bebê aprende a mamar errado na chupeta, ele pode machucar o bico do seio. As fissuras podem criar feridas, que tornam-se infecções e desenvolvem a mastite. Mais tarde, isso pode levar até mesmo à deformidade da mama, que depois só pode ser corrigida com plástica.

O médico acredita que hoje em dia as pessoas querem “as coisas mais fáceis”, por isso optam por entregar a chupeta ao bebê ao invés de entender as causas do choro e resolver o problema. "Há também outros meios de se acalmar a criança, pegar no colo, fazer carinho, até mesmo cantar podem ajudar”, afirma.



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Brincar ao ar livre faz bem à visão do seu filho.

Pesquisadores da Universidade de Cardiff, na Inglaterra, concluíram que o risco de desenvolver miopia cai quando a criança passa mais tempo fora de casa.

Mais um motivo para se divertir co
m o seu filho fora de casa. Atitudes simples, como passear no parque, andar pelas ruas e brincar no quintal de casa – ou no playground do prédio –, fazem bem à visão das crianças. De acordo com pesquisadores da Universidade Cardiff, na Inglaterra, quanto mais tempo a criança passa ao ar livre, menores são as chances de ela desenvolver miopia. Isso porque, quando a criança passa mais tempo fora de casa, brincando, por exemplo, ela exercita a visão de forma espontânea, ou seja, olha para perto e para longe (distâncias maiores de 5 metros), evitando assim danos ao globo ocular já que aumenta sua amplitude de visão.

O resultado dessa pesquisa está diretamente relacionado aos hábitos das crianças. Aquelas que passam mais tempo diante do computador e da televisão, por exemplo, são mais suscetíveis a terem problemas de visão porque olham durante horas seguidas só para objetos muitos próximos. “E o estímulo contínuo da visão de perto pode levar à miopia.

O especialista alerta que crianças com menos de 8 anos estão mais sujeitas a esse tipo de interferência visual. “A visão é um processo contínuo, a gente não nasce enxergando 100%. Ela se forma por completo entre 5 e 8 anos de idade, mas pode ser influenciada por fatores genéticos”.

Mas nada de ficar em pânico se não é sempre que você consegue estar com o seu filho ao ar livre. Uma dica simples pode ajudar a desenvolver a visão do seu filho: para cada hora na frente do computador ou da televisão, ele deve passar dez minutos com os olhos fechados ou olhando pela janela. Dessa forma a criança descansa a visão e treina diferentes focos, diminuindo o risco de miopia.



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O que seu filho - e você - pode aprender ao cuidar de uma planta.

A primavera começa neste fim de semana, e esse pode ser um bom motivo para plantar flores com seus filhos. Mas há ainda muitos outros. Ao semear uma planta, a criança experimenta pelo menos três sentidos: o tato, ao tocar diversas texturas (sementes, terra e pétalas); a visão, ao observar formas e cores; e o olfato, ao sentir perfu
mes e aromas.

Os números e medidas exigidos pela tarefa de preparar o vaso trabalham o raciocínio. E há ainda o interesse pela ciência - na curiosidade e observação dos fenômenos naturais - e pela preservação do meio ambiente.

Que tal colocar tudo isso em prática? O girassol, sempre voltado para o sol, é uma boa ideia, por exemplo. Ele pode chegar a três metros de altura e desabrocha uma vez por ano, geralmente na primavera e no verão, em temperaturas de 18ºC a 30ºC.

A flor pode ser plantada no jardim ou em um vaso grande ao ar livre (com o substrato e uma fina camada de areia). É só colocar três sementes em cada pequena cova, com 4 cm de profundidade.

Regue todos os dias, sem encharcar, pela manhã ou à noite. Em cerca de dez dias, a semente já estará germinando. Após 50 dias, as flores começam a abrir.

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Como cuidar do bebê durante a viagem?


A chegada de um bebê faz tudo ficar mais colorido. Eles dão sentido novo às nossas vidas, enchem a casa de alegria. Tudo começa a girar em torno deles, e a rotina muda completamente. O primeiro banho, o primeiro sorriso, a primeira palavra... E a primeira viagem... Seja de carro ou de avião, viajar com babies pode ser uma missão um pouco trabalhosa. Mas com alguns cuidados extras, valerá à pena. Afinal, ver a alegria do filhote sentindo a água do mar, conhecendo novos bichinhos, ou revendo a vovó compensa tudo.
O que levar 
Em primeiro lugar, prepare tudo com antecedência. Faça uma lista com tudo o que seu filho usa no dia a dia, pra não correr o risco de esquecer algum item importante na última hora. “É importante usar roupas leves e folgadas no verão e estar atento à previsão do tempo para o destino”, diz o dr. Antonio Carlos Turner, coordenador do serviço de Pediatria do Hospital Balbino (RJ). Na malinha de mão não se esqueça de por fraldas, trocador, pomadas contra assaduras, lenços íntimos umedecidos, várias fraldas de pano, uma muda extra de roupas, um cobertor leve, brinquedos, água fresca. Uma atenção especial deve ser dada às mamadeiras e sopinhas, afinal já pensou um bebê com diarreia na viagem? “Devem ser evitados todos os alimentos mal refrigerados ou manipulados. Use sempre água mineral de boa procedência, verifique data de validade, aspecto do líquido e lacre da tampa”, orienta Turner.
Dicas de fraldas 
Durante a viagem não esqueça: “A troca de fraldas deve ser feita no máximo a cada 2 horas ou sempre que estiverem sujas”, diz o pediatra. Você pode também optar pelas fraldas noturnas, que têm maior capacidade de armazenamento da urina. “Em relação à higiene do bebê, uma opção é usar lencinhos íntimos umedecidos (nos maiores de 3 meses). ensina Turner. Se seu filhote tiver alergia aos lencinhos você pode levar água morna numa térmica e algodão para fazer a limpeza. Não se esqueça de proteger a pele com a pomada contra assaduras.
Pit stop 
Outro cuidado importante são as paradas, que devem ser feitas a cada 2 ou 3 horas ou sempre que o bebê ficar muito agitado. “O balanço do automóvel age na região do equilíbrio que ainda está imatura proporcionando náuseas, vômitos, desconfortos e extremidades frias. A dica é parar o carro e, naqueles que já andam, estimular uma breve caminhada, pois isto fará recuperar o equilíbrio. Nas crianças maiores pode usar medicamentos para prevenir os vômitos, sempre com indicação do pediatra”, aconselha Turner.
Segurança 

Por fim, lembre-se que a segurança é essencial. “Use sempre cadeirinhas apropriadas para cada idade: tipo concha para os menores de 8 kg, cadeirinha com apoio de cabeça para os bebês de 8 kg a 18 kg e os banquinhos auxiliares (booster) para os maiores de 18 kg e menores de 1,45m. Sempre fixados no banco no centro do banco traseiro. Não se esqueçam de atualizar as vacinas”, completa o pediatra.

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Vamos escrever histórias!

 Se seu filho gosta muito de ler, escrever suas próprias histórias será uma magnífica aventura. E também reforçará algumas habilidades que serão muito úteis para um bom desempenho na escola. A seguir, sugerimos algumas atividades para que você possa orientá-lo neste desafio.

O mais importante é estimular sua fantasia e sua capacidade de expressão oral com propostas divertidas, que ocupem um curto espaço de tempo.

Histórias com vários finais
Os livros que oferecem ao leitor o papel de condutor da história constituem um bom treinamento. Eles relatam uma aventura e convidam a criança a dirigir seu desenvolvimento. Para isso, ela deve fazer suas próprias escolhas e pular as páginas segundo a opção desejada.

Além de fazer da criança um sujeito ativo da leitura, estes livros a ajudam a compreender as relações de causa e efeito: o desfecho da história depende de suas escolhas.

Uma alternativa a este tipo de livros é contar a seu filho uma história e pedir a ele que invente o final.

Imagens que despertam a imaginação
Mostre a seu filho duas ou três imagens, e peça que construa rapidamente uma frase. Você se surpreenderá com sua capacidade de invenção. As frases podem estar associadas a aventuras, lutas ou histórias de amor.
Duas palavras para uma história
Você também pode pedir a seu filho que diga duas palavras, aleatoriamente, e sugerir que rapidamente a transforme em uma história. Não é necessário se preocupar com as regras da lógica ou verossimilhança. Por exemplo, se escolher "mesa" e "xícara", ele pode criar uma história sobre uma xícara que, todas as noites, sai para passear com sua mesa voadora.
As possibilidades de uma história são ilimitadas, e o pequeno criador pode investigá-las à vontade.

Ilustrando histórias
Mesmo sem saber ler e escrever, seu filho vai adorar que você escreva a história que ele criou. Depois de colocá-la no papel, você pode pedir a ele que a ilustre com seus próprios desenhos.

Não esqueça de escrever seu nome abaixo do título, como forma de mostrar sua autoria.

Conselhos úteis
Ao montar um livro com seu filho, é importante considerar os seguintes pontos.

Antes de escrever a história que ele criou, assegure que ela tenha um princípio, um desenvolvimento e um fim.
Antes de começar
Não é necessário esperar que seu filho já saiba ler e escrever para encorajá-lo a criar seus próprios livros. Aprender a construir suas próprias histórias é um processo que pode ser iniciado muito cedo.

 Na capa, coloque o título, o nome do autor e uma ilustração.

O livro será ainda mais atraente e despertará a imaginação dos leitores se tiver uma ilustração em cada página.


Se seu filho não gosta de desenhar, ele pode recortar imagens de revistas, usar fotografias de familiares ou ilustrações baixadas na internet.

 fonte: http://discoverykidsbrasil.uol.com.br/pais/artigos/vamos-escrever-historias/

Evite a desidratação infantil no verão com dieta leve e muito líquido!

Evite a desidratação infantil no verão com dieta leve e muito líquido! A hidratação das crianças merece cuidados, principalmente nesses dias de calor, em que elas perdem muito líquido pela transpiração e pela urina. Mas não espere que ela peça um copo de água para você.

“A atenção deve ser maior ainda naquelas que estão com uma virose intestinal, com vômito e diarréia, para que não desidratem”, diz Fabiana Hashimoto, pediatra do Hospital Santa Catarina (SP).

Quando desidratada, a criança fica com os olhos fundos, sem brilho, com a boca seca e a saliva espessa, além de perder elasticidade da pele e diminuir a quantidade de xixi. Ela pode ainda alternar momentos de agitação e apatia.

Se a desidratação for leve, os pais conseguem contornar a situação oferecendo líquidos em casa, mas, em casos mais graves, é preciso que fique no hospital.

Lembre-se de que a criança precisa de pelo menos 4 copos de água por dia para manter a hidratação e o bom funcionamento do intestino. Algumas medidas simples fazem a diferença. Veja:

- Ofereça água ao seu filho, mesmo que ele não peça. Sirva em pequenas quantidades e, de preferência, mais para o gelado do que em temperatura ambiente, que torna a absorção mais rápida;

- Água de coco e chás, como erva doce ou cidreira, também são boas alternativas;

- Evite os refrigerantes, que, além de gaseificados, têm açúcar e engordam;

- Os sucos de melão e melancia têm alto poder de hidratação, são fontes de potássio e água e não precisam ser adoçados;

- Os alimentos também ajudam a hidratar e devem ser sempre frescos e de fácil digestão. Incentive o consumo de frutas, legumes e verduras. E não se assuste: é normal o apetite da criança diminuir em dias quentes;

- O ambiente onde a criança está deve ser sempre arejado. Se for preciso, use um ventilador, desde que o vento não fique direto nela;

- Deixe seu filho com roupas frescas. Dê preferência aos tecidos de fibra natural, como o algodão, que absorvem o suor do corpo e mantém a temperatura do organismo;

- Cuidado com o sol. Em excesso, ele pode desidratar a criança, além de provocar graves queimaduras. Deixe seu filho sempre protegido, com protetor solar, boné, roupa confortável e leve. Evite ainda que fique exposto ao sol entre 10h e 16h;

- As crianças que se alimentam exclusivamente com o leite materno não precisam de complemento na hidratação, a não ser em casos específicos.

Alimentação leve no verão é fundamental!

- Prefira comidas feitas em casa ou produtos industrializados de confiança. Atenção com os alimentos preparados nas barraquinhas da praia, ou em lanchonetes móveis, pois ficam expostos ao sol e podem estragar com rapidez;

- Para almoço e jantar, prepare um cardápio leve e rico em legumes, verduras e frutas;

- Evite frituras e alimentos muito gordurosos. Substitua-os por assados;

- Queijo amarelo pode ser trocado por queijo branco, menos gorduroso;

- Ofereça refeições leves e em curto espaço de tempo, de duas em duas horas. Isso facilita muito a digestão e deixa os pequenos cheios de energia;

- Não deixe seu filho mexer com limão ou laranja enquanto estiver ao sol. As frutas cítricas podem causar manchas na pele;

- Evite comidas muito salgadas. O sal retém líquido e a criança pode ficar inchada;

- Alimentos e bebidas devem ser mantidos em temperaturas abaixo de 5ºC;

Suco de licopeno

Ingredientes
1 xícara (chá) de tomate maduro picado
2 xícaras (chá) de goiaba vermelha picada
2 xícaras (chá) de melancia picada
5 xícaras (chá) de água
5 colheres (sopa) de áçucar
gelo a gosto

Modo de preparo
Cozinhe o tomate com a goiaba e um pouco de água. Deixe esfriar e reserve . Retire as sementes da melancia e coloque no liquidificador: Junte o tomate e a goiaba cozidos, as 5 xícaras (chá) de água e bata bem. Coe, acrescente o açúcar e o gelo.

* Licopeno é a substância que dá cor avermelhada aos alimentos. É antioxidante e melhor absorvida quando os frutos são cozidos.

Suco de morango com laranja

200 gramas de morangos frescos
2 laranjas

Modo de preparo
Retire o cabinho dos morangos. Descasque as laranjas, separe a polpa em gomos e centrifugue junto com os morangos.

Rendimento: 1 copo de 200 ml

Propriedades

Morango: Alto teor de vitamina C e ácido fólico
Laranja: Carotenóides, bioflavonóides e alto teor de vitamina C

Soro caseiro ajuda a hidratar e até a salvar vidas

Apesar de não se tratar propriamente de um remédio, mas ser um forte aliado contra desidratação e diarreia, a receita de soro caseiro permite, como o próprio nome sugere, que você faça em casa algo que possa até mesmo salvar uma vida, em casos mais extremos.

Receita

O procedimento é bastante simples. Basta ferver água e esperar até que volte à temperatura ambiente. Em seguida, adicione uma colher de café de SAL e uma colher de sopa de AÇÚCAR. Mexa bem e tudo está pronto.Se preferir os postos de saúde distribuem a colher medida do soro.

Atenção: Em caso de desidratação da criança leve-a imediatamente ao médico e se o mesmo receitar faça uso do soro caseiro.

Fonte: Revista Crescer, Veja Saúde.com



A prevenção contra os raios solares 

 

Nunca é demais aconselhá-la a não expôr o seu bebê ao sol, uma vez que a sua pele é muito delicada, com reduzida tolerância ao sol e ainda não se encontram desenvolvidos todos os seus mecanismos de proteção. Todos os cuidados são poucos e a prevenção deve ser contínua e o mais eficaz possível.

Que tipo de protetor solar é recomendado para bebês?
Os protetores sem químicas
Se não for possível evitar que o seu bebê apanhe sol é recomendável usar um protetor solar sem filtros químicos, de preferência um protetor solar fabricado com óxido de zinco ou dióxido de titânio porque:

Ao contrário dos filtros químicos existentes na maioria dos protetores solares e que a pele absorve, o óxido de zinco e o dióxido de titânio apenas exercem a sua ação na camada superior da epiderme formando uma barreira contra os raios do sol.
Uma das vantagens dos protetores solares sem produtos químicos é a sua protecção imediata. Estes protetores defendem a pele das agressões dos raios ultra-violeta desde o momento da sua aplicação enquanto que os protetores com filtros químicos necessitam de ser espalhados no corpo ou zona a proteger cerca de 30 minutos antes da exposição ao sol, para que a pele tenha tempo de os absorver.
Os protetores solares sem ingredientes químicos protegem quer contra os raios UVA quer contra os UVB, sendo certo que não é necessário utilizar um indice de protecção superior a 30 uma vez que está provado que neste tipo de produto um indice acima deste valor não oferece maior proteção.
Os protetores com filtros químicos
Caso decida aplicar um protetor solar com filtros químicos no seu bebê experimente primeiro espalhar uma pequena quantidade do produto no seu braço algumas horas antes de exposição ao sol para se certificar que ele não sofre qualquer tipo de reação alérgica. Este tipo de protetor solar não é tóxico ou perigoso, mas como se está a falar de bebês ainda não se sabe muito bem como poderá a sua pele reagir aos filtros químicos.
Tenha em atenção que um elevado indice de proteção não é necessariamente melhor para a pele uma vez que quanto mais elevado for aquele, maior é a concentração de produtos químicos.
Tendo isto em consideração, não fará mal se aplicar um pouco do seu protetor solar no bebê. Todavia existem no mercado protetores solares específicos para bebês e crianças, mais adequados às necessidades especiais do seu tipo de pele que são vendidos com a informação necessária para uma utilização correta e, a maior parte deles, não contém filtros químicos. Procure esta informação na embalagem.
A aplicação do protetor
Seja qual for o produto que escolha e se o seu bebê tiver mais de 6 meses aplique-lhe uma camada grossa de produto em todo o corpo. Não é aconselhável expôr ao sol bebês com idades inferiores a 6 meses, mas caso necessite fazê-lo aplique-lhe o protetor solar nas mãos e no rosto, em camadas finas.
Preste especial atenção às áreas que se queimam mais depressa tais como as orelhas, nariz, a parte de trás do pescoço e ombros e repita a operação de duas em duas horas, mesmo que as indicações do produto refiram que tem uma duração superior. Isto sucede porque as crianças movimentam-se muito, caiem na areia, entram e saiem da água, enxugam-se com a toalha, o que faz com que vão perdendo rapidamente a sua proteção.

Outras medidas para proteger o bebê do sol
Mesmo que não se possa evitar totalmente a exposição do bebê ao sol:
Evite deixá-lo apanhar sol entre as 10:00 e as 16:00, altura em que os raios solares são mais fortes e perigosos.
Procure vesti-lo com calças leves, blusas de manga comprida e chapéu se tiver de sair de casa nestas horas do dia.
Coloque-lhe óculos de sol se tiver a sorte dele os deixar na cara durante o tempo de exposição.
Façar uso do chapéu de abas largas, imprescindível durante esta estação e se usar muito o carrinho de bebê não se esqueça de colocar proteção contra o sol.
Esteja atenta ao comportamento do bebê, especialmente se estiver já há algum tempo num meio ambiente quente e seco, dando-lhe de beber bastantes líquidos para prevenir a desidratação.
O bebê deve usar óculos de sol?
Seria ótimo que pudesse fazer com que o seu bebê não retirasse os óculos de sol, mas é praticamente impossível conseguir tal façanha em bebês com idades infeirores a 1 ano.
Os óculos de sol ajudam a proteger os olhos do bebê dos raios ultra-violeta que estão relacionados com o aumento do risco de cataratas mais tarde. Se conseguir que o seu bebê os use, compre uns óculos que o protejam tanto dos raios UVA como dos UVB.
Caso decida nem tentar a utilização dos óculos de sol porque passarão a maior parte do tempo não nos olhos, mas sim na boca do bebê, opte por um chapéu de abas largas ou visores que são, nestas idades, a melhor forma de proteger os olhos do bebê dos efeitos nocivos do sol.

fonte:http://www.meubebezinho.com.br/index.php/-a-12-meses/saude/25-a-prevencao-contra-os-raios-solares-



Criança que tem medo de Papai Noel.

Muitas crianças choram ao ver o Papai Noel nas ruas ou nos shoppings. Se esse é o caso do seu filho, vale insistir para que ele tire aquela foto clássica com o bom velhinho? “Esse comportamento é mais comum entre crianças de 2 ou 3 anos, que podem se assustar com todo o barulho e a movimentação em torno do Papai Noel – e não com a figura em si. Mas não adianta forçar”, diz Márcia Ferreira, psicóloga. O que vale é, aos poucos, apresentar a figura dele para seu filho em um ambiente seguro e calmo – ou seja, na sua casa. Mostre figuras, explique quem é ele e faça seu filho participar do momento de decoração da casa. De acordo com a psicóloga, a criança que se assusta geralmente é aquela que não está familiarizada com o tema.
Esse comportamento não é tão comum em crianças de 4 ou 5 anos. “Se nessa idade ela tiver medo do Papai Noel pode demonstrar uma criança mais protegida pelos pais ou pouco acostumada ao barulho por viver em uma casa mais tranqüila”, diz Márcia. Se acontecer, vale a mesma dica: não insista com seu filho e tente acostumá-lo, aos poucos, à figura do personagem.
Fonte. Revista Crescer.

Nada de ficar sentando no parquinho!

exercício físico é muito importante para o desenvolvimento do seu filho, mas, às vezes, falta pique para acompanhá-lo. Pesquisadores norte-americanos analisaram 2.712 crianças em 20 parques e constataram que apenas 13% estavam envolvidas em atividades físicas fortes e 52% foram classificadas como sedentárias. Mas o nível de atividade triplicava quando não havia um adulto por perto.
Na hora em que bater o cansaço, pense que se mexer e brincar com seu filho ajuda você a queimar calorias e manter o corpo ativo. Se não for mesmo um dia bom para isso, estimule que ele brinque com outras crianças. Agora, se você quiser participar e estiver cansado, faça atividade moderadas, como ficar no gol enquanto ele chuta a bola ou jogar peteca.
Fonte. Revista Crescer.

Atividades para se divertir com as crianças nas férias

 

Não é fácil manter a garotada ocupada nas férias, mas com organização e criatividade, os pais podem fazer desse período um momento especial para toda a família. Se você já organizou os horários das férias de seu filho, veja agora dicas de atividades para se divertir com as crianças.

Cinema em casa
Separe um final de tarde para fazer uma sessão de cinema com tudo que as crianças têm direito. Deixe a sala escura e aconchegante com almofadas e cobertores, prepare pipoca, chocolate quente e distribua entradas de brincadeirinha. Também vale fazer uma votação antes de decidir o filme a ser assistido.
Quando a sessão de cinema na sala terminar, que tal recontar a história assistida antes de dormir? Assim, vocês podem debater as ideias do filme estimulando a memória, o raciocínio e a imaginação das crianças.

Dia do piquenique
O dia do piquenique fica mais gostoso quando se tem mais tempo para curtir todo o processo de preparação como no final de semana. Faça uma cesta à moda antiga e peça ajuda ao seu filho para montar os sanduíches, lavar as frutas e verduras, dobrar a toalha de mesa, enfim, a organizar a cesta. Se o tempo para ir ao parque for curto, simule um piquenique na sala de casa ou no quintal.


Conte histórias de um jeito diferente
Contar histórias não precisa ser uma atividade para a hora de dormir. Existem maneiras diferentes e animadas de se contar histórias já conhecidas. Vocês podem encenar peças de teatro vestindo roupas e acessórios e criar cenários com brinquedos. Outra maneira de contar uma história é com teatro de marionetes usando bonecos e bichos de pelúcia. Fazer fantoches de meia também pode ser divertido. Se seus filhos já forem maiores, convide-os para fazer um sarau, declamem pequenos poemas. Essa atividade estimula a memória, pois as crianças terão que decorar algumas frases.

Caça ao tesouro
Depois que as crianças dormirem, esconda um "tesouro", que pode ser um brinquedo simples, doces ou um livrinho, e espalhe pistas por lugares estratégicos da casa. No dia seguinte é só anunciar as regras aos filhos. A criançada vai adorar a surpresa e esta aventura da caça ao tesouro ajuda a desenvolver o raciocínio e estimula a imaginação.

Lembranças de férias
Crie um cantinho especial para colocar os trabalhos artesanais que as crianças produzirem durante as férias. Desenvolva com elas pinturas, colagens, esculturas de argila e outras atividades artísticas. Fotografe todos os momentos desde a produção até a finalização dos trabalhos, depois crie um divertido mural.

Dia da música
Uma das atividades favoritas das crianças é cantar e pular ao som das músicas infantis, por isso elas vão adorar a ideia de ensaiar sua música predileta e apresentar uma coreografia para os pais. Meia hora de ensaios diários ou algumas horas nos finais de semana são uma divertida brincadeira.
Depois é só escolher um dia e marcar a apresentação do espetáculo que também pode ser aberto para a família e amiguinhos. De qualquer maneira, as crianças vão ficar orgulhosas do trabalho desenvolvido.

Peça para seus filhos juntarem todos os seus brinquedos quebrados e organize uma espécie de "hospital de bonecas" para que todos participem do conserto dos brinquedos.
Use a criatividade para substituir, trocar e montar peças. O intuito não é recuperar integralmente os brinquedos, mas participar de uma atividade cheia de possibilidades. Vocês podem montar brinquedos engraçados aproveitando peças de outros objetos. Utilize cola e tesouras adequadas às crianças

Festa temática
Aproveite para organizar uma festa com as cores do Brasil. As crianças podem pintar o rosto com tinta guache e utilizar os acessórios de torcida para fazer muito barulho numa festa dedicada somente a elas. Salgadinhos e refrigerantes são liberados e outros temas de desenho ou filme favorito também são válidos.
Para muitos pais a rotina de trabalho continua enquanto as crianças têm esse período de descanso. É importante que as crianças sintam que os pais estão presentes, pois este é um mês especial para elas. Para isso, separe algumas horas diárias depois do expediente, dando sequência às brincadeiras, sempre com uma temática de férias. Isso criará uma sensação de continuidade no tempo das crianças fazendo com que elas sintam-se mais próximas dos pais.

fonte:http://bbel.uol.com.br/filhos/post/atividades-para-se-divertir-com-as-criancas-nas-ferias/page3.aspx
  
O PERU DO NOSSO NATAL


Como poderão perceber, o peru é tão delicioso como misterioso. Basta lembrar que a chegada dele à Europa continua a ser um enigma, embora a maior parte dos historiadores continue a afirmar que terá sido um presente bendito das Américas. Entre nós o peru tem desde sempre um lugar de eleição, amplamente desejado, mas nunca conquistado, pelo também delicioso capão, que no Norte, mais exactamente no Douro, representa o papel principal na festa que é ali cada refeição da época natalícia.

Antigamente, o peru e a sua vinda para as cidades nesta altura do ano, era um espectáculo pitoresco, folclórico mesmo.

Nos nossos dias, o peru deixou de estar reservado apenas ao Natal, come-se durante todo o ano e vende-se em bocados em qualquer talho ou supermercado. Pode dizer-se mesmo que só por encomenda e muita amabilidade conseguiremos nas cidades obter um peru com a pele do pescoço suficientemente grande para lhe rechearmos o papo, como é a nossa tradição. Raras vezes poderemos ver hoje sobre a mesa da Festa um peru orgulhoso da sua condição.

À semelhança do que acontece por esse mundo fora com todas as receitas tradicionais, “cada roca com seu fuso, cada terra com seu uso”.

É por isso que apesar do frio que por lá faz, me ponho a caminho de Trás-os-Montes, mais exactamente de Valpaços, para lhes dizer como se faz o melhor peru de Natal do Mundo!

O PERU DE NATAL COMO SE FAZ EM VALPAÇOS


Para 10 pessoas:

1 peru + 1 kg de sal + 1 ou 2 limões.
Para o recheio: 250g de pão de trigo + 3 ovos + 100g de presunto entremeado + 1 colher de sopa de manteiga ou de banha + sal e pimenta.


Depois do peru preparado e bem limpo, corte as asas, as patas e o pescoço. Coloque o peru num alguidar coberto com água fria, o sal e os limões às rodelas. Deixe ficar assim de um dia para o outro.

No dia seguinte, escorra e enxugue-o com um pano de modo a ficar bem enxuto. Esfregue agora o peru com bastante sal grosso.

À parte, para uma tigela, parta o pão em bocados e envolva-os com os ovos inteiros. Junte o presunto cortado em bocadinhos, a manteiga (ou banha) e tempere com sal e pimenta. Encha o peito ou a barriga do peru com este preparado, calcando para que fique bem cheio e coza a abertura com agulha e linha. Leve a forno mediamente aquecido (170ºC) durante 2 a 3 horas. Trinche o peru na mesa e acompanhe-o com arroz de forno feito com os miúdos do próprio peru e uma boa salada verde.

Confidências: por estranho que pareça, este peru não é barrado com qualquer gordura antes de ser introduzido no forno. São condições essenciais para que fique suculento: estar bem seco quando é introduzido no forno, nunca ser regado com qualquer líquido ou gordura durante toda a assadura e cozinhar apenas o tempo necessário para que a carne fique cozida mas não seca (geralmente leva entre 20 a 25mn por cada fracção de 500g de peru já recheado).

Boa Consoada e até à próxima!

 

Natação para Bebês

A criança principalmente em seus primeiros anos de vida, passa por um processo intenso de desenvolvimento e maturação. Até os 05 anos de idade, ela tem a capacidade de ter 90% do seu cérebro preparado para o futuro.
E o que isso tem a ver com a natação para bebês?
Na verdade, todos esses desenvolvimentos podem ser auxiliados e estimulados com a natação.
O bebê já é adaptado ao meio líquido desde a gestação, são capazes de executar diversos movimentos natatórios, demostrando uma série de reflexos, comuns na primeira infância. Tudo através de estímulos estereoceptivos, ou seja, atividades que busquem facilitar o desenvolvimento dos órgãos sensoriais das crianças, como o tato, a audição, o olfato, e a visão. O ideal é que a musicalidade também faça parte das aulas, pois estimulam a memória e aumenta o vocabulário significativamente.
E são inúmeros benefícios que a natação proporciona aos bebês. Além de melhorar a coordenação motora, proporciona noções de espaço e tempo, prepara a criança psicologicamente e neurologicamente para o auto-salvamento, estimula o apetite, aumenta a resistência cardio respiratória e muscular, tranqüiliza o sono e também previne várias doenças respiratórias.
Um dos momentos mais importantes na natação é o exercício constante que se faz com os pais. É a inteligência emocional que através de atividades específicas, faz uma aproximação entre todos os bebês, seus familiares e o professor. Esse contato é de extrema importância para o desenvolvimento afetivo, já que sabe-se que o controle emocional é basicamente formando aos 02 anos de idade.
A natação para bebês faz parte fundamental de estudos da psicomotricidade e através do seu conceito que faz-se todo o planejamento.
Normalmente as aulas de natação são ministradas junto com os pais na piscina até os 03 anos de idade, para que as crianças tenham condições de aprender com segurança, transformando o medo do desconhecido em um ambiente alegre e prazeroso.
Flávia Gazolli Ferreira
FINTE: http://guiadobebe.uol.com.br/natacao-para-bebes/

 

Como aproveitar a praia com seu bebê

 

Escrito para o BabyCenter Brasil

Por Maristela do Valle

Será que praia combina com bebê? Sim, desde que você tome alguns cuidados para proteger seu filho do sol e do calor e se programe para levar certos itens de "sobrevivência" indispensáveis quando se viaja com crianças pequenas.
bebê na praia

Até que horas posso ficar na praia?

Esqueça, por enquanto, daquelas épocas em que passava o dia inteiro na praia. Agora, enquanto seu filho é tão pequeno, aquela boa e velha recomendação dos dermatologistas vale mais do nunca: evite a exposição do bebê ao sol no período entre 10h e 16h (11h e 17h, durante o horário de verão) devido à ação nociva à pele dos raios ultravioleta.

Os médicos aconselham também que bebês com menos de 1 ano não fiquem mais de meia hora expostos diretamente ao sol, mesmo que bem no comecinho da manhã ou no final da tarde. Leve um guarda-sol ou procure a sombra de uma árvore para se acomodar com o carrinho.

Tem de usar maiô?

A moda praia mais chique para um bebê é quase a nudez! Deixe-o só de fralda ou coloque uma camiseta de algodão bem fina se seu filho tiver a pele muito clara. Passe protetor solar por todo o corpo dele, até na cabeça, no pé e nas orelhas, por fora. No couro cabeludo também, já que o cabelo é fininho (se é que existe) e não evita queimaduras. Isso vale para bebês de mais de 6 meses.

Se seu filho for menor que isso, é preciso mantê-lo quase o tempo todo na sombra, com uma roupa leve. Os especialistas não recomendam que crianças de menos de 6 meses usem protetor solar, por causa da sensibilidade da pele.

Deixar o bebê só de maiô é meio arriscado, já que pode haver uma desagradável explosão de cocô. Você pode deixá-lo de maiô por breves períodos, quando ele for entrar na piscininha ou na água. Depois volte para a fralda.

Evite deixar o bebê pelado na areia. Ele ainda é pequenininho e mais suscetível a micoses e infecções por microorganismos.

O que ele pode comer?

Apesar de praia e guloseimas serem quase sinônimos, a pediatra Eloisa Corrêa de Souza, do Hospital Universitário da USP, diz que é melhor evitar dar alimentos de barracas e ambulantes, incluindo picolés, em especial os de marcas desconhecidas.

O mais seguro é levar para a praia, em uma sacolinha térmica com gelo, comidas e bebidas de casa (ou do hotel). Segundo a pediatra, o cuidado vale até para a água de coco natural. "Observe as condições de higiene do local ao abrir a fruta. Mesmo assim, pode ser arriscado devido à chance de uma contaminação (através da faca que corta a fruta)."

Que cuidados mais tenho de tomar? Pode entrar na água?

Na areia, mantenha o olho atento no bebê. Como ele é pequeno, as outras pessoas podem não enxergá-lo, especialmente crianças maiores correndo atrás de bolas ou adultos jogando frescobol.

Muitos bebês adoram água, por isso aproveite para molhar o pezinho do seu filho na beira da água, desde que ela esteja tranquila e não excessivamente gelada. Desista da empreitada se as ondas estiverem fortes (mesmo que só um pouquinho).

Pode até parecer difícil seguir tantos passos, mas não é. Aos poucos você vai se acostumar com a experiência de ir à praia com o bebê e tudo passará a ser praticamente automático.

Veja o que levar

Confira a seguir uma lista com sugestões do que não pode faltar na sua sacola de praia:

• Bolachas de água e sal, maisena ou leite, e biscoitos de polvilho: são comidinhas pouco enjoativas para matar aquela fome básica que a criança tem no meio da manhã ou da tarde.

• Balde, pás e brinquedos de areia: Para os bebês que já sentam, é um passatempo que nunca sai de moda. Se você vai para uma praia movimentada, deixe para comprar os brinquedos lá, em vez de entulhar ainda mais o porta-malas do carro.

• Chapéu ou boné: Indispensável para proteger a cabeça do bebê, mesmo que ele esteja debaixo do guarda-sol e com protetor solar.

• Fraldas: Não dá para o bebê ficar muito tempo sem, já que a areia e a água podem irritar a delicada pele do bumbum. Mesmo que só vá ficar um pouquinho na praia, leve fraldas extras, porque, se ele fizer xixi ou cocô e não for trocado logo, as chances de assadura debaixo do calor são maiores. E, se for entrar no mar, existem fraldas especiais que não desmancham na água como as outras.

• Frutas: Saudáveis, matam a fome sem que você precise sair correndo na hora do lanche do bebê.

• Água, suco de frutas ou água de coco: É imprescindível que as crianças bebam líquidos para evitar a desidratação. Também vale a pena levar garrafas com água doce para tirar a areia do bebê ou limpar sujeira de comidinhas.

• Isopor ou sacola térmica: Servem não só para conservar a temperatura de bebidas e alimentos, mas evitam também que se deteriorem (só lembre de colocar junto um saquinho bem vedado com gelo ou uma forma de gelo em barra própria para isso). O melhor é não misturar itens gelados com quentes, pois tendem a neutralizar a temperatura um do outro.

• Lenços umedecidos: Um grande aliado das mães nas trocas de fraldas, podem ser usados também para limpar mãos e pés sujos de areia na hora do lanche ou antes de partir para uma soneca.

• Piscina inflável: Você vai levar o bebê para molhar o pezinho na água do mar de tempos em tempos, só que não tem como protegê-lo do sol. Por isso a piscina inflável quebra o galho e refresca bastante crianças que já conseguem se sentar. Mas é preciso ficar junto o tempo inteiro e ter muito cuidado com a quantidade de água que se coloca (deve ser só um fundinho). Afogamentos de bebês podem ocorrer rápido, mesmo em uns poucos dedinhos de água.

• Filtro solar: Até debaixo do guarda-sol em um dia de mormaço o reflexo solar pode queimar o bebê. O fator de proteção solar deve ser de no mínimo 30, e o ideal é usar um tipo que não saia na água. Passe a primeira camada meia hora antes de chegar à praia. Protetores solares são recomendados apenas para bebês de mais de 6 meses.

• Toalhas: Leve mais de uma, para que possa secar o bebê e ter uma extra se precisar improvisar um cantinho limpo quando o sono bater (pode ser uma canga também).

• Trocador de plástico impermeável: Ele garante a higiene da troca em locais onde não há uma superfície própria para isso (como banheiros públicos ou de restaurantes). Mas evite trocar a criança na própria praia, para evitar o contato do bebê com as bactérias da areia.

• Repelente: Dependendo do lugar para onde vai, o repelente pode ser fundamental para conter o "ataque" de insetos ao bebê. A única precaução é não aplicá-lo em crianças com menos de 6 meses, porque algumas substâncias químicas da fórmula podem provocar reações alérgicas na pele do bebê.

• Papete ou sandália de dedo que prenda no pé: Se seu filho já anda, esse tipo de sandália ou chinelo, feitos de materiais que não encharquem (como borracha ou neoprene), pode facilitar explorações e proteger os pezinhos da criança mesmo dentro da água, principalmente se você estiver em praias onde haja piscinas naturais com coral. A dica vale também para os adultos.

 fonte:http://brasil.babycenter.com/baby/viagem/toques-praia/

 

Conheça as vantagens de incentivar seu filho a praticar esportes

A prática de atividades físicas ajuda a criança a desenvolver mais a inteligência, ficar longe das drogas e da obesidade

Seu filho pode ser um campeão de saúde, inteligência, memória, disciplina e autoestima. Parece um sonho? Não é! O que pode levá-lo a esse pódio são os esportes. Está comprovado: a criança que pratica uma atividade física regularmente fica longe das drogas e da obesidade, e tende a desenvolver mais a inteligência e ter a memória mais afiada, já que aumenta a parte do cérebro responsável por essa área e pelo aprendizado.

Além disso, convivendo com outras crianças, ela perde a timidez e ganha autoconfiança. Além disso, entende que na vida há perdas e ganhos, fica menos egoísta e mais perseverante. "O esporte é um aliado dos pais na educação dos filhos. Ele garante prazer e disciplina, além de fazer a criança ocupar seu tempo ocioso", diz a psicopedagoga Rosângela Lopes.

5 razões para fazer um esporte

1. Deixa a criança menos individualista e mais colaboradora.
2. Estimula a ser responsável e seguir regras.
3. Canaliza o excesso de energia e a impulsividade.
4. Aumenta o respeito pelos outros.
5. Ajuda no crescimento físico.

Atividades esportivas ajudam na socialização de seu filho
Foto: Thinkstock

Dê uma chance de escolha

O pequeno deve se dedicar à atividade que mais gosta e para a qual tem aptidão. Nada de pressioná-lo a escolher aquele esporte que você adoraria ter feito na infância e nem querer transformá-lo em um craque da noite para o dia! Ao contrário de atrair o interesse e a dedicação da criança à atividade, isso pode gerar rejeição e a falsa impressão de que ele nunca vai conseguir.

Praticando um esporte seu filho aprende a viver

Com o esporte, crianças e jovens estabelecem convivência em grupo, exercitam a solidariedade e respeitam os limites e regras da competição. Têm uma meta e fazem o possível para alcançá-la. Nisso tudo, "a manutenção da saúde em perfeitas condições e o equilíbrio emocional são muito importantes. Não há lugar para droga", diz o pediatra José Antônio Moreira.

 fonte:http://mdemulher.abril.com.br/familia/reportagem/filhos/vantagens-incentivar-seu-filho-praticar-esportes-617691.shtml

 

 

 

Tá na hora de dormir

Seu filho não gosta de ir pra cama de jeito nenhum no horário recomendado, estende um pouco a noite assistindo televisão ou brincando com o irmãozinho e ainda chia quando é obrigado a ir dormir. Essas características apresentadas pelas crianças são comuns na infância e perfeitamente evitáveis, desde que pai e mãe conscientizem-se de sua importância na educação do filho e criem hábitos sadios que permitirão uma maior regularidade no sono.
Impor limites à criança no período noturno é uma receita fundamental para que ela durma no horário. Isso significa que diversões costumeiras do seu filho à noite, como internet e videogame, devem ter horários pré-estabelecidos de uso. Atividades intensas nesse período "energizam" a criança, dificultando a chegada do sono.
Essas brincadeiras devem ser substituídas por exercícios leves, que estimulem o sono. Uma recomendação útil é viajar no mundo da imaginação a partir da leitura de historinhas contadas para a criança já deitada na cama. Prefira histórias curtas e de fácil entendimento, além disso, faça carinho e deixe a luz do quarto apagada. Essa rotina diária implicará na absorção por parte da criança de que a noite é hora de tranqüilidade, e, conseqüentemente, o período de descanso.
"A criança geralmente ultrapassa o horário ideal para dormir simplesmente porque os pais não dão limites a ela. Muitos pais têm medo de dizer não ao filho em certas situações, mas existem momentos em que o pai e a mãe precisam se impor. Um "não" às vezes pode ser fundamental na formação da criança", entende a psicóloga clínica e hospitalar Beatriz Camargo de Burgos Meloni, do Hospital Guilherme Álvaro, de Santos.
A profissional cita um aliado na regularização da rotina de sono da criança: a prática esportiva. Além de ser imprescindível para a formação óssea e motora da criança (sem contar o poder de sociabilização nessa fase de vida), o esporte estimula a chegada do sono mais rapidamente, pois resulta no gasto de energia. Com isso, o corpo necessita de descanso para repor esses nutrientes, sendo fundamental um bom sono para ativá-los.
Hiperatividade - Há casos em que a hiperatividade tem direta influência no momento de dormir. Algumas crianças "elétricas" têm maior dificuldade para pegar no sono, decorrentes do comportamento hiperativo, que está ligado a diversos fatores, como a perda da visão ou audição, incapacidade de processar adequadamente símbolos e idéias, estresse emocional, convulsões ou distúrbios do sono. A hiperatividade também pode estar relacionada com problemas na gravidez, como o uso de álcool e medicamentos. Nesses casos, a criança deve ser tratada por um especialista (pediatra ou psicólogo).
Em outras situações, o excesso de energia pode ser simplesmente conseqüência de um acúmulo de erros cometidos pelos pais, que não controlam o ímpeto da criança, dando toda a liberdade para o filho fazer o que bem entender. "Muitos pais passam o dia inteiro fora de casa e ficam com dó de impor regras quando reencontram o filho. Isso acaba servindo de inspiração para a criança usar e abusar", finaliza Beatriz Meloni.
Por tudo isso, enquanto a luz do dia não aparecer, lugar de criança à noite é na cama. Seja qual for o (a) menino (a), não há nada melhor do que sonhar.
Boa noite e bom sono!
Bruno Rodrigues
fonte http://guiadobebe.uol.com.br/ta-na-hora-de-dormir/


MEDO DE PALHAÇO

Sugestão da Professora Silvana Guerreiro de Palmas – Tocantins 

Com a proximidade do Dia das crianças as escolas empenham-se em proporcionar muito divertimento, durante toda a semana, para a criançada.
O alegre Palhaço não pode faltar.
Porém, é comum os professores ficarem apreensivos quanto ao medo que algumas crianças demonstram diante da figura do palhaço. Como se deve proceder diante de tal fato?
Seguem textos que comentam e informam sobre traumas e medos, especificamente sobre o medo do palhaço.
Há também um vídeo que documenta o quão profundo este trauma pode atingir um indivíduo.
De medo em medo
Em cada fase do desenvolvimento da criança, um receio novo aparece para ser vencido
Colaborou Thais Lazzeri

A festa estava completa. Bexigas, bolo e muita animação. Tudo pronto para o aniversário de um amigo de Rafael Danieletto, 6 anos, não fosse a presença do palhaço. Discretamente, o menino se aproximou da mãe e passou a observar de longe as brincadeiras dos colegas. “O medo que ele sente de palhaço é maior do que a vontade de se divertir. Já expliquei que é uma pessoa com o rosto pintado, mas não adianta”, diz a mãe, Valéria.
A angústia de Rafael melhorou com o tempo: hoje ele já consegue olhar o palhaço a distância. Em cada etapa do desenvolvimento, aparecem medos comuns a todos que convivem em uma mesma região e partilham da mesma cultura. “Eles surgem e desaparecem em cada fase da vida”, afirma Maria Irene Maluf, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia. É comum que a criança perca e ganhe um novo medo a cada instante. “Quando confronta o medo com a realidade, ela ganha segurança. Perde aquele medo, mas pode ganhar outro”, esclarece a psicopedagoga Neide Noffs.

Quando era pequeno, Rafael até chorava se via um palhaço. Hoje, aos 6 anos, apenas consegue observá-lo a distância
Sentimento natural
O medo faz bem. “É essencial para a sobrevivência do ser humano, alerta-nos para o perigo e ensina-nos como antecipar e prevê-lo. Dá independência”, explica a psicóloga australiana Janet Hall, autora do livro Bicho-Papão não Existe (Ed. Fundamento). Temer cair da janela, por exemplo, nos faz ser mais cautelosos quando encostamos no parapeito. “O medo também estimula a imaginação, a fantasia”, diz Maria Irene. Como imaginar a Chapeuzinho Vermelho ou os Três Porquinhos sem o Lobo Mau? Mas a criança nem sempre consegue se virar sozinha. Quando não recebe apoio, o medo pode permanecer para o resto da vida. É preciso conversar para saber por que o medo se manifestou e para confortá-la. Explique que esse sentimento é natural e ela pode lidar com ele. Vale ler histórias infantis, como a coleção Quem Tem Medo de Quê?, da escritora Ruth Rocha. “Acompanhe-a de perto e diga sempre a verdade. A criança precisa aprender a diferença entre o real e o imaginário”, orienta Adalberto Goulart, da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
Tudo isso é normal e esperado, desde que não interfira na rotina da criança. Problemas com sono, alimentação, irritabilidade e dificuldade no convívio podem ser indícios de que algo não está bem. Quando o temor sem justificativa foge do controle, passa a ser fobia. E, nesse caso, o melhor é procurar o auxílio de um psicólogo.
Pavor a palhaço: isso é normal?
O medo na infância é natural e faz parte do desenvolvimento da criança. Cada pequeno tem suas fantasias e seus medos que, normalmente, são transitórios. Basta ter a segurança e apoio de um adulto que seja confiável à criança.
Digo isso porque certamente você já notou que a presença de um palhaço às vezes causa reação adversa nas crianças. Ao invés de alegria, ele causa espanto nas crianças, que não consegue traduzir o que o nobre folião tenta transmitir a elas.
O palhaço pode ser interpretado como um “ser estranho” para a criança entre 4 e 6 anos de idade. Para esses pequenos, o palhaço não é uma pessoa e sim uma “coisa” anormal, que tem o rosto todo pintado, roupas espalhafatosas, e atitudes diferentes de tudo que já conheceu.
Por ser tão controverso no imaginário do queridinho da família, o palhaço é uma das figuras que mais amedrontam, assim como o Papai Noel, já que o pequeno pode ligar o palhaço a um bicho-papão, entre outros seres “invasores”.
É importante ressaltar que crianças sentem mais medo porque conhecem menos. Diante de tudo o que é desconhecido e novo, um certo temor aparece. Essa apreensão passa ela começa a conhecer melhor esse tal “ser diferente”.
Como ver um palhaço sem receio? – Contar histórias, não forçar a criança a enfrentar um palhaço ou um Papai Noel são atitudes que contam muito na hora da criança superar esse receio. Se a criança chorar ao fica no colo de um animador infantil, tire a do colo.
Conforme vão conhecendo o que são essas figuras, conseguem identificá-las como figuras humanas. Conseqüentemente, vão perdendo o medo e passarão a dar boas risadas dos personagens.
A criança está começando a encher sua caixinha de experiências, vivenciando a vida e tudo o que é diferente oferece perigo e por isso dá medo. E o adulto entra com a participação de mostrar para a criança que aquela experiência nova não é perigosa e por isso não precisa sentir medo.
São fases - Cada fase tem os seus medos e a criança sempre troca um medo por outro. Até um ano de idade, os pequenos têm medo de perder a mamãe. Quando a mãe sai do alcance da visão da criança esta fica apavorada achando que a mamãe desapareceu para sempre.
Os bebês não têm a chamada “permanência de objeto”, quando sabemos que quando uma pessoa vai ao banheiro ela não desaparece, ela ainda existe. Para os bebês, a pessoa simplesmente desaparece e não existe mais, por isso ficam com medo.
As crianças acima de dois anos têm medo de fatores climáticos ou animais, tem medo do que é concreto e não do abstrato. Tente explicar o que acontece num dia de vento e leve-a para brincar na chuva. Não fale que todo cachorro morde, assim a criança ficará com medo só de olhar para um. Explique que tem cachorros bravos e deixe-a passar a mão num bem mansinho.
Os pais também passam medo aos filhos. A dura realidade dos dias de hoje como violência e seqüestros fazem com que os pais apavorados passem insegurança para os seus filhos que, vivendo nesse ambiente, não conseguem enfrentar os medos que aparecem na sua vida.
Temos que ensinar os filhos a lidar com toda essa realidade intranqüila, mas oferecendo meios para as crianças lidarem com os problemas e medos e não somente apavorá-los.
Os pais devem passar muito amor e segurança para que a criança perceba que seus medos são pura fantasia e não fazem parte da realidade e que podem encará-los. O palhaço está ali para divertir e o Papai Noel para festejar o natal.
Todos os medos são normais e naturais desde que não interfira no dia-a-dia da criança, como alimento, sono e convívio social. Se algo parecido acontece, o melhor é buscar ajuda profissional.
Dicas
Os pais são os super-heróis das crianças e por isso podem fazer com que qualquer medo da criança seja superado. Não force a criança a curtir a uma festa animada por palhaço. Se ela não curtir, procure outra animação.
Contar histórias antes de dormir, deixar uma luz acesa no quarto e não desvalorizar o medo da criança são atitudes que ajudam a criança.
Não deixe seu filho dormir no seu quarto quando estiver com medo, somente tente explicar que seu medo não te motivo e fique com a criança no próprio quarto.
Bruno Rodrigues
Leves Traumas de Infância
Por Cíntia Silva, Débora Bueno, Joaquim Andrade,
Letícia Petreche, Raphael Carrozo e Renata Gomes*
Trauma é a conseqüência de um fato acompanhado de uma emoção violenta, que vai modificar de uma maneira permanente a personalidade de um indivíduo, sensibilizando-o de uma forma especial para emoções análogas posteriores, isto é, um acontecimento violen-tamente emotivo que se desenvolve em determinada época do indivíduo.
A Infância já traz traumas logo no momento primordial da vida: o nascimento. A partir desta marca, deste contato brusco com o mundo externo, extra-uterino, o individuo já se expõe a um choque.
Durante esta fase a criança se depara com o projeto obrigatório de adaptação com o ambiente de sua sociedade.
Ao longo do desenvolvimento da criança, levando em consideração uma infância normal para os parâmetros da sociedade, a exposição a brincadeiras em grupos, familiares ou educativas pode gerar algum acidente traumático.
Sendo assim, a Infância é um período fundamental para a formação do caráter do indivíduo. Durante este período, as características marcantes se despontam, os defeitos ficam fáceis de identificar e o tipo de personalidade torna-se evidente. E é principalmente nessa fase, a infância, quando o real e o lúdico se esbarram constantemente, as informações, com o decorrer do tempo lentamente passam do consciente ao inconsciente sendo armazenado na memória.
Quando algo fora do que era esperado, ou algo que assusta acontece, dependendo da recepção do fato, torna-se uma experiência traumática para a criança. Segundo especialistas, não existem apenas traumas fortes resultantes de perda de algum ente querido, acidentes, maus tratos, etc.
Traumas também podem ser resultados de acontecimentos do dia-a-dia, e dependendo do estado emocional do indivíduo, de sua maturidade e do ambiente onde ocorre o fato, esse episódio pode se tornar um trauma que pode durar anos e causar bloqueios ou momentos constrangedores, de certa forma, em alguns momentos de sua vida.
Estes traumas aos quais estamos nos referindo, são abordados de forma clara com uma linguagem informal (jornalística) no formato de vídeo-documentário.
Escolhemos o formato de vídeo-documentário por acreditar que ele é o que se encaixa melhor a nossa proposta por ter áudio e imagens, formas que facilitam um melhor entendimento sobre o assunto por parte do telespectador.
Nosso objetivo com esse documentário é mostrar, através de um documentário, os mais diversos traumas vividos na infância, de forma clara e objetiva e para isso procuramos explicar a relação entre o real/ lúdico que a criança vivência durante a infância, o quanto o ambiente familiar pode contribuir para o cultivo e para o fim de um trauma, relatamos a natural ocorrência de fatos que podem se tornar traumas infantis e aflorar na fase adulta do indivíduo, informamos como o desenvolvimento infantil pode ser afetado por um trauma e para analisar os traumas convidamos profissionais das áreas de pedagogia, filosofia e psicanálise.
Ao definir nosso trabalho, percebemos que a proposta é altamente interessante e contém uma abordagem diferenciada sobre o tema trauma.
Traumas, geralmente, são abordados de maneira dramática, dolorosa e intensa.
Nossa proposta é abordar este tema de maneira clara, objetiva e interessante, tendo como foco principal, leves traumas que ocorreram durante a infância e que, de alguma forma, afeta o indivíduo em alguns momentos de sua fase adulta, causando bloqueios e, até mesmo, situações de pânico e constrangimento.
Trauma de acordo com a psicanalise: trauma, que vem do grego, é igual a ferida que deriva de furar, ou seja, trauma é igual uma ferida com efração.
Acontecimento da vida do sujeito que se define pela sua intensidade, pela incapacidade em que se encontra o sujeito de reagir a ele de forma adequada, pelo transtorno e pelos efeitos patogênicos duradouros que provoca na organização psíquica. (Fontes, 1998, p 522-3).
Quem não tem uma história traumática proveniente de algum fato ocorrido na infância? Um caso que, na infância, parecia não ser tão forte.
Porém, com o passar dos anos, percebe-se que assuntos ligados a esse fato causam bloqueios ou reações emocionais que, muitas vezes, fogem de nosso controle. Segundo a psicanalista, Mirian Abduch, trauma é uma carga emocional forte que a criança não consegue suportar, é a falta de condição de compreender a fantasia.
A importância de se abordar esse assunto é de abrir uma discussão para o melhor entendimento das pessoas sobre fatos que acontecem durante a infância, e que, por algum motivo, algumas pessoas não superam e carregam a marca até a fase adulta. Isso será abordado por meio dos depoimentos de algumas pessoas que passam por isso e que podem levar uma reflexão interna sobre o assunto, uma vez que eles (os traumas) são tratados de uma forma mais leve, natural e menos dolorosa.
Constatamos que este assunto não é muito abordado pela mídia, que sempre se limita a discutir o trauma em si, geralmente traumas trágicos que envolvem perdas e acidentes, sem se aprofundar nas diversas vertentes apresentas pelo tema.
Podemos afirmar que justamente por esse motivo nosso documentário se diferencia dos demais, pois em nosso caso o tema será o leve trauma infantil, que é tão sério e importante quanto os demais, já que envolve tanto o estado emocional, psicológico e físico do individuo e, muitas vezes, resulta em conseqüências gravíssimas para o mesmo.
Todas as pessoas, na infância, passam por diversas situações e episódios que as ajudam em seu crescimento físico e psicológico. Episódios estes, que de acordo com a receptividade da criança, podem se tornar um trauma, sendo esses leves ou mais profundos.
Segundo o pedagogo Paulo Vasconcellos, “… na história da humanidade, ela esta toda bordada pelas questões traumáticas que nos temos”, e completa dizendo, “que como a brincadeira é profundamente presente na infância, logo é possível que nessas brincadeiras se estabeleçam algum acidente traumático”.
A população de nosso trabalho consiste basicamente em pessoas que hoje na fase adulta, possuem traumas que adquiriram na infância e que até hoje causam situações emocionais muito fortes e muitas vezes constrangedoras. Traumas esses considerados bobos e sem importância alguma pelas outras pessoas, mas que afetam suas vidas.
Sendo assim, a classe social da população escolhida foi a classe média e a classe média alta, pois seus problemas não são de ordem socioeconômica e sim de relacionamento pessoais. De acordo com o filosofo Jose Vicente de Andrade, “Acontece que esses traumas são a prova disso. Esses que foram apresentados aconteceram exatamente com pessoas de boa família, com pessoas de possibilidade de superação e famílias em condição cultural de não deixar que aconteçam traumas e os traumas aconteceram”.
Não focamos o trabalho na população de classe baixa, pois, o foco do nosso trabalho não é de traumas de origem na condição social (fome, miséria, má estrutura familiar, de saúde e educacional), nem ligados a episódios trágicos (morte, acidentes, violência).
Segundo o filosofo, “As crianças de família marginalizadas, de famílias excluídas não são marginais. São crianças que sofrem traumas permanentes e o normal delas necessitam de afetividade com a ausência total de ruptura, de revolta com a própria sociedade”.
Escolhemos a população feminina, por se mostrar mais receptivas ao tema, ou seja, pela facilidade em expor suas experiências inclusive as traumáticas.
Nossa pesquisa foi em livros de psicologia, que abordassem a infância e o assunto traumas, porém, nem todos falam especificamente de traumas leves. Portanto, foi feita uma abordagem dos traumas, de uma maneira geral e no período da infância. Também utilizamos o recurso da pesquisa sobre histórias de vida, ou seja, com pesquisas sobre a vida dos indivíduos, conseguimos obter informações e dados para o nosso documentário.
“Atualmente, a história oral de vida tem sido uma das formas mais cultivadas do gênero. Como o próprio nome indica, trata-se da narrativa do conjunto da experiência de vida de uma pessoa.” ( Meihy, 2005, p 147)
Fomos a campo a fim de mensurar o número de pessoas que tiveram episódios na infância e hoje (na fase adulta) possui algum trauma resultado desse episódio, que interfere, de alguma forma em seu dia-a-dia. A cada dez pessoas, sete contou casos que se enquadravam na proposta de nosso trabalho.
Com relação as entrevistas foram selecionadas três pessoas do sexo feminino de classe média e classe média alta, que tiveram leves traumas de infância, e que hoje tem de 21 a 26 anos.
As entrevistadas são: Carolina Silva, que depois de um susto quando pequena ficou com medo de palhaço. Maria Puebla, após uma brincadeira de seu pai com um comercial de facas na televisão, não suporta que toquem em seu pescoço. E Marina Paes, depois de ser lambida no rosto pelo pai, tem aversão à saliva.
Além das entrevistadas que tiveram leves traumas, temos três profissionais, o filósofo José Vicente de Andrade, o pedagogo Paulo Vasconcelos e a psicanalista Mirian Abduch, separadamente analisaram os traumas. Suas analises foram utilizadas para o embasamento teórico do trabalho, assim como, suas opiniões como estudiosos sobre os casos selecionados.
Uma das intenções do documentário é o registro de fatos históricos utilizando imagens e personagens “reais”, de acordo com sua importância histórica. No entanto, o simples fato de filmes utilizarem recursos históricos não os torna por si só um documentário.
O fator de extrema importância para essa diferenciação é a utilização da narrativa no documentário. É necessário identificar o quanto essa narrativa está de acordo com o discurso sobre o real, precisamente o que o diferencia de uma narrativa puramente ficcional. Isso significa assegurar até onde vai a interferência do autor na interpretação dos fatos.
O documentário jornalístico faz uso da narração de ações discursivas que, a partir da interpretação do autor, está apresentando a realidade diante de seu ponto de vista.
“A locução, a canção, os quadros apreendem e cercam a experiência dos migrantes pelo viés da ciência e da arte – ciência e arte (pelo menos no caso dos quadros) que não pertencem ao seu universo cultural, mais interpretam em termos cultos a sua vivência. Quanto a eles, nada mais se lhes pede, se não que a vivam.”(Bernardet, 2003, p 17).
Para se ter uma análise mais aprofundada diante do episódio é preciso separar o que é fato, podendo ser transformado em texto jornalístico.
Mediante isso, se desperta no público o interesse em saber mais sobre algo que pode não fazer parte de seu universo cotidiano.
“O documentário não é um mero “espelho da realidade” não apresenta a “realidade tal qual”, ao combinarem-se e interligarem-se as imagens obtidas in loco está-se a construir e a dar significado à realidade, está-se o mais das vezes não a impor significados mas a mostrar que o mundo é feito de muitos significados. Isto conduz-nos àquilo que se pretende que um documentário seja, que se exclua o voyeurismo ou mero sensacionalismo a favor do questionamento e da discussão através da construção de argumentos (em especial, e no meu entender, de modo visual – fazendo uso das imagens).” (Penafria, 1999, P 122)
A narração jornalística dos fatos não precisa, necessariamente, seguir a ordem cronológica. No documentário, a narrativa pode ser utilizada como uma forma de prender a atenção do espectador para o que está sendo mostrado. O essencial, no entanto, é dar seqüência aos fatos conforme sua importância, começando do fato mais relevante para o menos relevante.
A linguagem utilizada no documentário foi a dos próprios entrevistados.
Para os especialistas, pedimos que as análises feitas dos casos fossem claras e objetivas, exatamente com o intuito de ajudar os espectadores do trabalho a entenderem melhor os motivos, os fatos e os eventos que levam ao trauma e quais os melhores modos para que esses traumas possam ser tratados e superados.
“A imagem viva, em movimento, carrega uma dose muito maior de emoção. As palavras devem, então, servir de suporte, dar apoio, complementá-la. É com a imagem que a televisão compete com o rádio e o jornal. È com a imagem que a TV exerce o seu fascínio e prende a atenção das pessoas. É preciso respeitar a força da informação visual e descobrir como associa-la à palavra, porque a informação na TV funciona a partir da relação texto/imagem. Coloquial, claro e preciso. Objetivo, direto. Informativo, simples e pausado. São características de um texto jornalístico de televisão.” (Paternostro, 1999, p. 61)
Os entrevistados foram orientados a agir de forma natural, como se estivessem conversando entre amigos ou narrando o fato para alguém. Através de tais entrevistas, foi possível obter depoimentos com linguagem coloquial e emoções verdadeiras e autênticas.
O coloquialismo das entrevistas foi obtido através da forma natural como se deram, no modelo “bate-papo”.
Por se tratar de linguagem oral, as noções de passado e presente das entrevistas foram bem identificadas no trabalho.
O público-alvo de nosso documentário são pessoas com idade acima dos 20 anos. Especialistas da área (psicólogos, pedagogos e filósofos), pessoas que possuam traumas e se identificam com o tema, professores e estudantes.
O trabalho realizado servirá como um alerta para que todas as pessoas reflitam e vejam que qualquer pequena situação desconfortável pode ser um problema sério, e para as pessoas que se identificarem com o tema procurarem ajuda profissional.
*Cíntia Silva, Débora Bueno, Joaquim Andrade, Letícia Petreche, Raphael Carrozo e Renata Gomes são graduados em jornalismo pela UAM – Universidade Anhembi Morumbi. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado em 2005.

fonte: http://educaja.com.br/2007/10/medo-de-palhaco.html


A importância de deixar o bebê brincar no chão

 

Algumas mães relutam um pouco em colocar seus bebês no chão para brincar, mas a partir do quarto mês de vida, a gente começa a ganhar novas habilidades motoras, como rolar o corpo para os lados e, mais tarde, conseguir sentar sozinho. Então, pra estimular estas movimentações, nada melhor do que deixar a gente brincar no chão sobre um edredom ou tapete lúdico para gente brincar e explorar o ambiente à vontade.
E nada de receio, mamães de plantão. Com os cuidados certos e a gente só tem a ganhar com essa atividade.
Se até agora o seu bebê passou a maior parte do tempo entre berço, carrinho e colo, é hora de expandir esses horizontes. Os sabidos fizeram um estudo que comprova que as criança que cresce com liberdade para se movimentar, o que inclui brincar no chão, têm um desenvolvimento mais rápido.
É que brincar no chão, além de desenvolver a motricidade e fazer com que ossos e músculos sejam fortalecidos, também estimula a percepção e ainda serve de treino para gente aprender a engatinhar.

Como estimular seu bebê?

Mamãe me coloca de bruços sobre um edredom macio. Uma boa idéia é forrar o chão com um piso emborrachado e divertido, como aqueles que se encaixam em módulos e formam um grande quebra-cabeça ou um daqueles tapetes lúdicos.
Ela ainda coloca meus brinquedinhos à minha volta e, quando eu consigo alcançar um deles, a mamãe e o papai fazem a maior festa comigo. Mas eles estão sempre atentos e quando eu me mostro cansado, eles não insistem


Cuidados necessários
Não precisa ficar com medo de colocar seu bebê para brincar no chão, é só garantir que o ambiente seja seguro e limpo. Evite lugares perto de escadas, janelas e quinas de móveis.
Cuidado com objetos que quebram com facilidade ou que sejam perigosos de alguma forma ao alcance da criança. Proteja todas as tomadas da casa, guarde os tapetes escorregadios e recolha os fios de aparelhos elétricos que as vezes ficam à mostra.
O ambiente deve ser limpo com pano úmido, mas não precisa exagerar na dose. A gente precisa também de um pouco de vitamina “S” de sujeira . Lembre-se que um lugar “esterilizado” demais dificulta a criação dos tais anticorpos que defendem o nosso organismo.
Se o seu bebê já sabe sentar sozinho, como é o meu caso, coloque algumas almofadas em volta para quando seu bebê perder o equilíbrio e tombar, não machucar a babeça ou o rostinho.
Eu sempre tombo e isso é irritante. Eu choro, mas é pela frustração por ter tombado. Mas mamãe sempre se mostra tranquila quando isso acontece, daí vejo que não tem problema e continuo tentando.

 fonte: http://bebeblogger.com.br/meu-diario/a-importancia-de-brincar-no-chao/

fotos da internet

 

Significados do choro

Qual é o significado do choro do seu bebê?
O desespero e a angústia passam a conviver com a mamãe que acaba de chegar da maternidade e descobre que chorar é o que seu pequeno mais sabe fazer. As dúvidas aparecem: o que ele tem? O que eu faço? Por que não pára de chorar?
Calma, mamãe, os primeiros dias são difíceis, você e o seu bebê estão se conhecendo. Mas a convivência fará você descobrir que o bebê chora de diferentes jeitos, que cada choro tem o seu significado e qual a maneira de satisfazer suas necessidades.
A primeira forma de comunicação do bebê com o mundo é o choro. É a forma mais poderosa e eficaz de conseguir chamar a atenção dos outros para o que está sentindo. O bebê chora não somente porque está com fome ou dor, chora para demonstrar que algo o incomoda.
Decifrar o choro do bebê é um desafio que mistura intuição, conhecimento e muita percepção da mamãe. Tranqüilidade é essencial. Se a mãe ficar desesperada com o choro, o bebê sentirá isso e ficará mais tenso.
Muitas vezes uma atitude tranqüilizadora como pegá-lo no colo ou conversar acalmará o bebê que pode simplesmente querer sentir-se protegido e amado.
Tenha em mente que cada bebê reage de um jeito. Não é porque o filho da sua amiga chora de forma estridente quando está com fome que seu filho necessariamente chorará da mesma forma.
Quando o choro começar, a mamãe deve pensar em quais são as necessidades do seu bebê. Fome, cólica, estar sujo ou molhado, roupa desconfortável, sono, cansaço, frio ou calor e excesso de estímulo normalmente são as opções mais prováveis do choro.
Se todos os aspectos físicos foram verificados, desconforto emocional como falta de atenção e insegurança podem ser os motivos.
Existem dicas para traduzir os tipos de choro. Lembre-se: as crianças não são iguais, portanto, o choro varia de um para o outro.

Fome: gemidos semelhantes a um apelo que não cessam com carinhos somente quando estiver satisfeito.
Dor: grito agudo seguido de um pequeno intervalo.
Fralda suja ou roupa desconfortável: choro fraquinho e estridente.
Cólica: choro agudo e intenso, normalmente leva a criança a esticar e encolher as perninhas, tremer o queixo e fazer cara de dor.
Frio ou calor: é um choro copioso de desconforto.
Excesso de estímulo ou irritação: é um choro meloso que ocorre ao fim de um dia movimentado.
Sono: criança agitada e com choro nervoso.
Emocional: choro geralmente é acompanhado de soluços, como se o pequeno estivesse meio "engasgado" de raiva ou brabeza.
Elimine cada opção até chegar em uma que acalme seu bebê. Se o choro persistir, o bebê pode estar com febre ou com alguma dor. Não ofereça remédios sem orientação médica. Procure o pediatra do seu filho e com ele descubra o que o pequeno tem.

Dicas
0 a 3 meses – é um período que a criança tem muitas cólicas. Para evitá-las, faça massagens na barriga do seu bebê e mexa suas perninhas (bicicleta) de duas a três vezes ao dia e não somente nos períodos e cólicas.
3 a 6 meses – continue somente com leite materno, além de satisfazer a necessidade de sucção de seu bebê, não sobrecarregará o seu rim e intestino com nutrientes pesados contidos em outros tipos de alimentos, evitando assim desconfortos.
6 a 12 meses – Criança não sabe o que é manha ou birra até os 12 meses. Por isso, se a criança chorar, atenda e verifique as causas do choro.

Bruno Rodrigues

 FONTE: http://guiadobebe.uol.com.br/significados-do-choro/

 

Babá ou berçário?

Uma das decisões mais difíceis que as mães enfrentam é com quem deixar os filhos quando chega a hora de voltar ao trabalho. Todas as soluções têm seus prós e contras, mas o importante é escolher a opção que proporcione mais tranquilidade à família.

Babás
Muitos pais escolhem esta opção por considerar que a socialização com outros bebês não é um objetivo tão importante no primeiro ano de vida. Além disso, preferem que seus filhos não passem tantas horas fora de casa.

Por outro lado, entendem que a experiência em um berçário pressupõe a exposição a diversas doenças virais e bacterianas, normalmente ligadas ao desenvolvimento do sistema imunológico da criança. Optar por uma babá, neste caso, é resolver o problema de quem ficará com a criança se ela adoecer.

Como escolher a babá?
Uma das dificuldades desta opção é o difícil trabalho de escolher uma babá idônea. Durante o processo de seleção, recomenda-se realizar várias entrevistas, checar bem as referências das candidatas e avaliar como interagem com a criança. É aconselhável iniciar um período de experiência enquanto a mãe ainda está de licença. Desta forma, ela terá tempo de procurar outra pessoa se a primeira escolha não funcionar.

Não tome nenhuma decisão antes de ter certeza de que a babá é a melhor escolha. Leve em conta não só seu preparo para o trabalho, mas também sua personalidade e estilo de comunicação com a criança. Também é importante confiar na própria intuição.

O Berçário
Muitos pais escolhem esta opção para contar com o respaldo de uma instituição que assegure os cuidados com seu filho. Atualmente, o berçário não é apenas um lugar para "guardar" as crianças, mas um local de aprendizado.

Durante as horas em que passa no berçário, a criança se relaciona e convive com outros bebês, o que contribui para seu processo de aprendizagem social e comunicativa.

Por outro lado, as atividades oferecidas estimulam habilidades e hábitos que favorecem seu amadurecimento e autonomia.

É preciso levar em conta que os educadores não apenas sabem como ensinar e
estimular as crianças, mas também lhes proporcionam todo o cuidado e o afeto de que precisam.

Conselhos úteis
É importante escolher um berçário ou maternal que inspire confiança. Se os pais estiverem satisfeitos com a decisão, a criança a aceitará mais rapidamente.

A proximidade da residência também conta, já que a criança não deve ser obrigada a fazer longos deslocamentos entre a escola e sua casa. Além disso, seus colegas provavelmente morarão na vizinhança.

É bom visitar vários berçários ou maternais, e se informar sobre seu funcionamento e organização. Faça todas as perguntas que achar necessário e observe como falam e se comportam as professoras.

É importante verificar o estado da construção, o tamanho e a ventilação das classes, as dimensões do pátio, as características do material didático, as instalações da cozinha e do refeitório, e a limpeza em geral.

Finalmente, não esqueça de valorizar o projeto educacional. Salvo os critérios gerais, cada família pode optar pelo estilo de ensino que desejar.

Sinais de alerta
Depois de dois ou três meses, quando seu filho já tiver se adaptado ao berçário ou maternal, preste atenção a indícios de possíveis desajustes: dificuldade de controle do esfíncter, negar-se a ir à escola com choro persistente, perda de apetite, ausência de relacionamento com os colegas e professores e sono alterado, com gritos e pesadelos.

Possivelmente, a criança é muito sensível, e você deve se esforçar para entendê-la e aceitá-la. Entretanto, não descarte a possibilidade de incompatibilidade com a educadora ou educador. A menos que haja a constatação de maus-tratos, é muito provável que exista falta de empatia com a professora. Neste caso, a única solução pode ser a troca de escola ou de turma.

Os pais conhecem bem seus filhos e são os mais capacitados para interpretar seus estados de ânimo. Nunca despreze os sinais que eles enviam, especialmente se ainda não começaram a falar.
FONTE: http://discoverykidsbrasil.uol.com.br/pais/artigos/baba-ou-bercario/?cc=BR

 Jogos para crianças pequenas

A criança ingressa no mundo dos jogos e brincadeiras desde os primeiros meses de vida. Brincar é sua forma mais importante de aprendizagem e os pais são os primeiros companheiros nestas atividades. Sugerimos aqui alguns jogos para você compartilhar com seu filho.

Jogos com o corpo
A partir do segundo trimestre de vida, o bebê começa a diferenciar seu próprio corpo do de sua mãe. Esta descoberta gera um grande interesse pelas diferentes partes de seu corpo, especialmente as extremidades.

É o momento indicado para introduzir os tradicionais jogos com as mãos e com os dedos. Uma proposta é pegar a mão de seu filho dizendo: "cinco irmãozinhos decidiram cozinhar". Depois, indicando cada um dos dedos, prossiga: "o mais velho foi buscar legumes pra fazer uma sopinha, o seguinte os cortou, o outro os colocou na panela com água e o outro os mexeu". Depois, deslizando a mão pelo braço da criança até sua boca, termine a história dizendo: "e o menorzinho, glup, glup, tomou a sopa".

Minha cara, minha casa
Este é outro jogo que pode ajudar seu filho a reconhecer as diferentes partes do rosto. Toque sua testa e diga: "esta é minha casa". Em seguida, aponte para os olhos:"e estas são as janelas, que se abrem e se fecham". Depois a boca: "esta é a porta onde vive uma senhora que diz bla, bla, bla". Por último, o nariz: "e esta é a campainha, ela faz ding dong, ding dong".

Jogos com água
A maioria das crianças gosta do contato com a água. Todas as brincadeiras neste meio contribuem para desenvolver suas habilidades motoras.

Quando estão dentro d´água, os bebês adoram ser molhados com uma duchinha ou brincar com recipientes com diferentes saídas para a água, como regadores.

Quando a criança já consegue se sentar e usar os braços, ela também pode brincar de esvaziar um cubo de água e encher outro durante o banho. Mais adiante, seu filho também colocar barquinhos para navegar, lavar seus bonecos ou lavar pratos e copos plásticos.

Jogos ativos
São um excelente estímulo para o órgão que regula o equilíbrio, localizado no ouvido médio. A função deste órgão é transmitir ao cérebro a informação necessária sobre a posição.

O jogo do avião, em que a mãe ou o pai seguram a criança e fingem que ela está voando, a tradicional brincadeira de roda e o carrossel desenvolvem o senso de equilíbrio. Além disso, a criança desfruta do contato físico com seus pais, uma ferramenta importantíssima para transmitir segurança.

Imaginação em movimento
Um dos brinquedos mais apropriados durante os primeiros meses de vida são os móbiles. A cor, a forma e o movimento atraem a atenção, estimulam o bebê a observar e, mais tarde, a reconhecer pelo tato. Apresentamos aqui as partes de um móbile simples que você pode colar sobre uma cartolina, colorir, gerar diferentes texturas sobre elas e montar com a ajuda de seu filho. Será um lindo presente para o bebê.
FONTE: http://discoverykidsbrasil.uol.com.br/pais/artigos/jogos-para-criancas-pequenas/

A importância de uma rotina para o sono das crianças 

As crianças voltaram à escola e muitos pais têm dificuldade para acordar os filhos nos primeiros dias de aulas. Quando crescemos temos hábitos regulares, como acordar, ir à escola, trabalhar, almoçar, tomar banho, etc. Com a criança também é assim, desde quando ela nasce é importante determinar horários e regras em seu dia-a-dia, para que ela possa assim adequar-se ao seu relógio biológico.

Impor limites à criança no período noturno é uma receita fundamental para que ela durma no horário certo. Em recente entrevista no programa Mais Você, o médico neuropediatra Rubens Wajnsztejn, falou sobre a importância de ter uma rotina noturna para que a criança saiba qual é o momento de ir dormir.

Isso significa que atividades costumeiras do seu filho à noite, como internet e videogame, devem ter horários pré-estabelecidos de uso, pois são atividades “intensas”, já que requerem muita atenção e acabam por “energizar” as crianças e consequentemente dificultam a chegada do sono.

Os especialistas recomendam que as atividades “intensas” sejam substituídas por outras mais leves, que estimulem o sono, como a leitura e a música. Essa rotina diária implicará na absorção por parte da criança de que a noite é hora de tranqüilidade, e consequentemente o período de descanso. É importante que a criança identifique dessa forma: eu vou comer, brincar um pouquinho, depois tem o banho e o momento da cama.

A qualidade de sono da criança é importante, porque é na infância que ocorre 90% da síntese do hormônio do crescimento, principalmente na fase do sono mais profundo.
FONTE: http://chicdedormir.blogspot.com/2011/02/importancia-de-uma-rotina-para-o-sono.html

 

Criança tímida: como ajudar?                                                 Graziela Salomão

Os pais podem contribuir para que seus filhos aprendam a lidar com a timidez. Veja as dicas da especialista

 O comportamento das mães pode ser um antídoto contra a timidez. É o que conclui uma pesquisa da Universidade de Maryland (EUA). De acordo com especialistas, a mãe tem um papel essencial na timidez dos filhos, tanto de forma positiva como negativa. Em entrevista a CRESCER Online, a psicóloga Isabel Gomes, da Universidade de São Paulo, explica o papel materno na personalidade da criança e dá dicas de como as mães (e os pais, também) podem ajudar os filhos.

CRESCER Online - Quais são os principais fatores que influenciam na timidez de uma criança?
Isabel Gomes - O ambiente familiar é um dos principais fatores porque a criança é muito dependente dele e, conforme ele é composto, pode acentuar uma tendência inata à inibição. Tem também a carga genética que cada um de nós traz, responsável por gerar características de personalidade: alguns são mais tímidos e, outros, mais extrovertidos.

CRESCER Online - Um estudo da Universidade de Maryland afirma que a mãe pode ajudar seu filho a perder a timidez. Na sua opinião, quais as possibilidades de isso acontecer?
Isabel Gomes - Acho que isso pode acontecer, sim. Por exemplo, se você tiver uma criança mais quietinha e tímida que é criada em uma família com pais que desenvolvem o contato social, ela melhora. Em situação oposta, a criança pode ficar mais tímida ainda. A mãe tem que passar confiança à criança, incentivá-la a participar de outros ambientes. Sem dúvida, essas são formas de a mãe estimular o filho a perder a timidez.

CRESCER Online - Filhos de pais superprotetores tendem a ser mais tímidos?
Isabel Gomes - Filhos de pais superprotetores são crianças mais retraídas, sim. São aquelas mães que não deixam seus filhos ficar com mais ninguém e não estimulam o contato social.

CRESCER Online - Tem como a mãe não se sentir mais culpada ainda pela timidez de seu filho?
Isabel Gomes - Claro que sim. Não adianta dizermos que a mãe é causadora de todos os problemas porque geramos culpa. O que deve ser ressaltado é que a mãe pode estimular muitas coisas na criança: não só a capacidade de socialização, mas a confiança e a segurança. É importante mostrar como os pais podem contribuir e estimular a melhora de seus filhos.

CRESCER Online - E como pode ser esse estímulo da mãe? Como buscar uma ajuda profissional quando a mãe perceber que a situação foge de suas possibilidades?
Isabel Gomes - As dicas que dou em relação ao estímulo das mães é: desde que seu filho é pequeno, coloque-o em contato com outras crianças para estimular todas as formas de contato social, deixe a criança passear na casa de familiares e amiguinhos, leve-a para fazer programas como cinema, teatro. Mas não adianta apenas informar essas coisas. Têm muitas mães que estabelecem uma relação grudada com seus filhos porque são inseguras e não conseguem dividir a criança com o mundo, muitas vezes nem com o pai. Elas precisam também de uma ajuda especializada para entender esses fatores e soltar o filho. Precisam estar prontas para gerar autonomia na criança. O pai também é muito importante por ser o primeiro elo da cadeia que separa a criança da mãe.

CRESCER Online - E como ele pode atuar nisso?
Isabel Gomes - Acho que ele tem de se fazer presente e dividir os cuidados com a mãe. Algumas mães são ambíguas, reclamam e querem a ajuda do marido, mas quando ele vai atuar, elas dizem que ele faz errado. Tem que saber entender os homens também e deixá-los ganhar esse espaço.

CRESCER Online - Como perceber o limite entre o excesso ou a falta de timidez?
Isabel Gomes - No geral, as pessoas sabem reconhecer uma criança que é extrovertida, sociável, mas que sabe respeitar os limites do outro. Quando as crianças têm um desenvolvimento emocional normal, elas gostam de ser o centro das atenções, gostam de contato interpessoal, mas ao mesmo tempo ficam tímidas em uma situação nova. Isso é normal. Chama a atenção aquela que fica em um cantinho e não interage com ninguém, como também aquela que não pára um segundo. São dois extremos facilmente perceptíveis.

FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI2222-15069,00.html