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segunda-feira, 28 de abril de 2014

piscina [...]




piscina [...]
                         de Mark Ravenhill
                                          tradução de Alvaro Bittencourt




piscina [...] de Mark Ravenhill (tradução Alvaro Bittencourt) propõe um questionamento  sobre a posição do artista em relação a seus objetivos e sua produção artística. O texto é estruturado em um bloco narrativo único (não são designados personagens e nem há divisão de falas) e a direção da peça opta por uma montagem absolutamente essencial, focada no texto e nos atores, com uma trilha sonora realizada ao vivo, valorizando a ambiência do espaço e dos corpos.
Em cena, um grupo de artistas plásticos que chegaram a uma maturidade decadente. Em contraposição,  “ela”, única dentre eles que alcançou fama e sucesso material.
A identificação do “grupo” com “ela”, alterna-se entra a extrema admiração e a inveja. Ao mesmo tempo em que os artistas desse grupo criticam ferozmente os meios que “ela” utilizou para alcançar o sucesso, revelam por suas atitudes que, na verdade, gostariam de estar na posição que “ela” alcançou. 
A ação da peça inicia com os personagens atônitos com o fato de que “ela” construiu uma grande piscina em sua casa. O “grupo” aceita o convite e vai ao seu encontro. Já na casa “dela”, uma mansão, o jantar de boas vindas se transforma em uma festa orgíaca, na qual todos relembram os tempos de juventude, quando formavam um grupo artístico coeso e idealista.
Atração e repulsa, delineiam a relação deste grupo de artistas com “ela” e ao mesmo tempo definem a sensação provocada pelo tipo de arte que esses artistas produzem. Esta mesma contraposição desenha os estados que a encenação de piscina [...] produz.
A peça será apresentada em uma sala de exposições dentro do “olho” do Museu Oscar Niemeyer.
A peça piscina [...]  foi realizada através da Lei Municipal de Incentivo a Cultura e contou com as empresas Positivo e Caixa como patrocinadoras.



piscina [...]


Texto                                                                         Mark Ravenhill
Direção e tradução                                                Alvaro Bittencourt

Elenco

Atores                                                                       Músico
Anna Zétola                                                Julian Barg 
Rosana Stavis
Luiz Carlos Pazello
Sandra Gutierrez




Assistência de arte e produção de imagens       Elenize Dezgeniski
Assistência de figurinos e cenários                   Paulo Vinicius
Direção de produção                                             Anna Zétola
Produção Executiva                                                         Luciana Narciso e Diego         Marchioro
Iluminador                                                               Beto Bruel e Wagner Corrêa
Operador de Luz                                                 Wagner Corrêa
Compositor de trilha e Músico                             Julian Barg 
Designer gráfico                                                     Maria Cristina Pimenta    
Produção                                                                 ZÉTOLA atelier de artes
Fotografias e Curadoria                                        Elenize Dezgeniski
Assessoria de Imprensa                                       Fernando de Proença




LOCAL -     
Museu Oscar Niemeyer - Sala Araucária
De 07/05/2014 a 01/06/2014

de quarta a sexta: 19h00
sábados: 18h30 e 20h30 
domingo: 18h30
**** No dia 31 de maio não haverá sessão às 20h30 ****


INGRESSO -  20,00 (inteira)
                      10,00 (meia) (funcionários da Caixa + Positivo + mediante apresentação de ingresso de visitação do Mon do mesmo dia)
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 16 anos

terça-feira, 22 de abril de 2014

22 DE ABRIL - DIA DA TERRA


22 DE ABRIL - DIA DA TERRA





Dia da TerraVamos conservar nosso planeta! 

O dia Mundial da Terra é comemorado no
dia 22 de abril. A data surgiu nos Estados Unidos na década de 70 quando o senador Gaylord Nelson organizou o primeiro
protesto nacional contra a poluição. Mas foi só a partir da década de 90 que a data se internacionalizou, ou seja, outros países também passaram a celebrar a data.

Aproveite esta época para fazer alguma coisa boa para o planeta mãe Terra, como plantar uma muda, convocar os amigos
para ajudar a coletar o lixo da praça ou parque que você frequenta, colocar lixeiras perto dos rios para evitar lixo nos córregos
e muito mais pode ser feito. O importante é passar a mensagem da importância de cuidar do nosso planeta, afinal esta é a nossa casa.

Por coincidência hoje também celebramos o descobrimento do Brasil, quando os portugueses desembarcaram em terra tiveram o primeiro contato com os índios. Os portugueses estranharam muitos dos hábitos indígenas como o fato de andarem nus! Já que o calor do clima tropical é intenso as peças utilizadas funcionavam mais como adornos, o que contrastou muito com as roupas pesadas dos europeus devido ao clima mais frio e ameno.

Apesar do choque entre culturas, os índios ensinaram muito aos europeus. Os índios viviam e vivem em harmonia com a natureza, respeitam a mata, valorizam os bichos e são profundo conhecedores da flora onde vivem, inclusive utilizam como medicamentos diversos tipos de plantas.

Que tal aprendermos um pouco mais sobre os índios brasileiros tenho certeza que encontraremos dicas de como cuidar melhor da nossa Mãe Terra!


Curiosidades sobre a Terra:
  • Tem em torno de 4,5 bilhões de anos
  • Tem 510,3 milhões de km2 de área total
  • Aproximadamente 97% da superfície da Terra é composta por água
  • O ponto mais alto da Terra é o Everest no Nepal - China com aproximadamente 8.800 metros
  • A população humana atual da Terra é de aproximadamente 6 bilhões

sábado, 19 de abril de 2014

Dia do Índio


19 de Abril
Dia do Índio
O Dia do Índio, 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas através do decreto-lei 5540 de 1943.

A dificuldade em classificar os povos indígenas do Brasil vem do fato de que a violência, durante cinco séculos de colonização em que tiveram tomadas suas terras, destruídos muitos de seus meios de sobrevivência, proibidas suas crenças religiosas, sendo explícita ou disfarçadamente escravizados, provocou enorme mistura de povos e transferência de áreas.
Há grande diversidade cultural entre os povos indígenas no Brasil, mas há também características comuns:
A habitação coletiva, com as casas dispostas em relação a um espaço cerimonial que pode ser no centro ou não.
A vida cerimonial é a base da cultura de cada grupo, com as festas que reúnem pessoas de outras aldeias, os ritos de passagem dos adolescentes de ambos os sexos, os rituais de cura e outros.
A arte faz parte da vida diária, e é encontrada nos potes, nas redes e esteiras, nos bancos para homens e mulheres, e na pintura corporal, sempre presente nos homens.


A educação das crianças se faz por todos os habitantes da aldeia, desde cedo aprendem a realizar as tarefas necessárias à sobrevivência, tornando-se independentes.
A família podia ser monogâmica ou poligâmica. Deixaram forte herança cultural nos alimentos, tendo ensinado o europeu a comer mandioca, milho, guaraná, palmito, pamonha, canjica; nos objetos, suas redes e jangadas, canoa, armadilhas de caça e pesca; no vocabulário: em topônimos como Curitiba, Piauí, etc; em nomes de frutas nativas ou de animais: caju, jacaré, abacaxi, tatu. Ensinaram algumas técnicas como o trabalho em cerâmica e o preparo da farinha. E deixaram no brasileiro hábitos como o uso do tabaco, mas sobretudo o excelente costume do banho diário.
No Brasil colonial os portugueses tiveram como aliados os índios aldeados, os quais se tornaram súditos da Coroa.

Extermínio

Estimativas da população indígena na época do descobrimento apontam que existiam no território Brasileiro, mais de 1 000 povos, sendo dois a seis milhões de indígenas. Hoje em dia, são 227 povos, e sua população está em torno de 300 mil. As razões para isso são muitas, desde agressão direta de colonizadores a epidemias de doenças para as quais os índios não tinham imunidade ou cura conhecidas.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Sady Ricardo recebe o título de cidadão honorário de Pinhais


O diretor-presidente do Jornal Agora Paraná, Sady Ricardo dos Santos Neto,  recebe em sessão extraordinária na Câmara de Pinhais, o título de cidadão honorário.

Sady também é vice-presidente da Associação dos Jornais Diários do Interior do Paraná (ADI), que abrange todo o Estado, tendo 21 importantes jornais filiados, e representa a região metropolitana por meio de Pinhais. "Sinto-me muito honrado pela homenagem e recebo o Título de Cidadão Honorário de Pinhais, principalmente em nome do Jornal Agora Paraná. Foi por meio dele que consegui passar à população, não só de Pinhais, mas de todo o Paraná, pelo vínculo com o site UOL, a história da cidade, auxiliando, assim, a vinda de indústrias para o município desde o início, ainda nos dois primeiros prefeitos.
O jornal foi um importante elo de progresso para Pinhais, trazendo investimentos e pessoas. Além disso, lançamos a Unibrasil e a Faculdades de Pinhais, divulgando e levando alunos para as instituições", disse.

O título foi proposto pelo vereador Leonildo Gordo (PRB) e teve aprovação unânime da Casa.


SENTIMENTO
 "Por estar em Pinhais há muitos anos sinto amor pela cidade e fiz muitos amigos aqui. Esta homenagem vem coroar o sonho de me transformar em um verdadeiro cidadão de Pinhais. Nasci em Curitiba, mas faltava o reconhecimento desta cidade, onde passei os melhores momentos da minha vida."

SADY RICARDO
Diretor-presidente do Jornal Agora Paraná

workshop de dança gratuito com Cia israelense

 Divulgação
 A companhia Batsheva Ensemble trabalha com uma técnica específica, criada pelo diretor artístico Ohad Naharin


Parte da programação do Festival O Boticário na Dança, o curso acontece em maio



Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo e Recife irão receber uma série de workshops gratuitos de dança, ministrados por profissionais das companhias Akran Khan (Inglaterra), Louise Lecavalier (Canadá), Batsheva Ensemble (Israel) e TAO Dance Theater (China). Na capital paranaense, o encontro acontece no dia 6 de maio, no Teatro Guaíra, com a Cia Batsheva Ensemble e há apenas 30 vagas disponíveis.
A programação faz parte do Festival O Boticário na Dança. Os participantes poderão aprender novas técnicas de dança criadas e adotadas por essas Cias. A Batsheva Ensemble, que vem a Curitiba, trabalha com o método Gaga/Naharin - uma linguagem de movimentos desenvolvida ao longo da última década por Ohad Naharin, diretor artístico da companhia.
Serviço
Workshop - método Gaga com Cia Batsheva
Data: 06/05/2014
Horário: 16h30 às 18h30
Local: Estúdio do Balé Guaíra – Teatro Guaíra (Rua 15 de Novembro, 971 - Centro)
Participantes: 30 (membros Balé Guaíra, alunos avançados da escola do Balé Guaíra e vagas para alunos de fora)
Inscrições pelo telefone: (41) 9698 0220 / (41) 3077 3707
Horário para inscrições: 10 às 18 horas




fonte:  http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&id=1462688&tit=Curitiba-tem-workshop-de-danca-gratuito-com-Cia-israelense

FESTIVAL O BOTICÁRIO NA DANÇA

O público da capital paranaense recebe os espetáculos entre os dias 5 e 7 de maio no Teatro Guaíra.
Com início às 21h (o teatro abre às 19h30), os espetáculos seguem a agenda abaixo:


Dia 5 de Maio, Segunda-Feira Akram Khan Company

Dia 6 de Maio, Terça-Feira Focus Cia de Dança

Dia 7 de Maio, Quarta-Feira Batsheva Ensemble

PLATEIA // PLATEIA (cadeirantes) R$60 (inteira) e R$30 (meia)
PRIMEIRO BALCÃO R$40 (inteira) e R$20 (meia)
SEGUNDO BALCÃO R$20 (inteira) e R$10 (meia) 


Companhias internacionais





  • AKRAM KHAN COMPANY

    Fundada em 2000 pelo coreógrafo Akram Khan e pelo produtor Farooq Chaudhry, a Akram Khan Company atravessou fronteiras com suas narrativas artísticas instigantes. Uma das companhias de dança mais inovadores e importantes do momento, é reconhecida por suas colaborações interculturais e interdisciplinares que desafiam as convenções e formas de dança tradicionais, com temas que abordam questionamentos inusitados, humanos e que levam a plateia a novos lugares sempre abraçando outras culturas e disciplinas e, sobretudo, com um trabalho coreográfico cuja marca é o fascínio em contar histórias, comunicar ideias inteligentes, corajosas e que trazem consigo o reconhecimento, o sucesso artístico e comercial. Sua linguagem tem raízes no clássico, Kathak e na técnica moderna. Excursionando pelo mundo, tem participado de festivais e recebido prêmios internacionais.

    Créditos: Jean Louis Fernandez
    AKRAM KHAN COMPANY

    Espetáculo: iTMOi

    Celebrando o centenário de Sagração da Primavera, de Igor Stravinsky, iTMOi (in The Mind Of igor) foi concebida pelo coreógrafo e dançarino Akram Khan, tendo como premissa explorar o modo com que Stravinsky revolucionou o mundo da música clássica evocando seus padrões e interrupções e construindo uma conexão ao redor de um Ritual de Sacrifício. Com trilha sonora original por Nitin Sawhney, Jocelyn Pook e Ben Geada e a Akram Khan Company, um grupo de 11 bailarinos de diferentes nacionalidades e escolas, iTMOi revela um mundo onde conceitos de belo e feio são quebrados revelando o quão próximo e interdependentes são.

     






  • BATSHEVA ENSEMBLE

     

     Aclamada por público e crítica, a Batsheva Dance Company é considerada uma das mais importantes companhias de dança contemporânea do mundo. Juntas, Batsheva e Batsheva Ensemble, são compostas por 34 bailarinos de várias partes do mundo. Aclamado como um dos coreógrafos contemporâneos mais proeminentes, Ohad Naharin assumiu a direção artística em 1990, e desde então ela vem se destacando no cenário internacional por uma linguagem nova, uma atuação audaciosa e cheia de vigor. A Batsheva Dance Company foi fundada como uma companhia de repertório, em 1964, pela Baronesa Batsheva de Rothschild, que convidou Martha Graham como a primeira conselheira artística da companhia. Desde 1989, está sediada no Centro Suzanne Dellal em Tel Aviv.

    Espetáculo: Decadance Sua primeira versão foi criada em 2000 pelo coreógrafo israelense Ohad Naharin para celebrar os 10 primeiros anos de seu trabalho com a Batsheva. Colocando em destaque as muitas facetas de seu repertório, Naharin reconstruiu sua obra redesenhando e criando uma experiência totalmente nova. Decadance é um outro olhar sobre o repertório de Naharin, desde seus momentos mais extravagantes até aos mais íntimos, uma obra em movimento constante, sempre se modificando, se reinventando, sendo recriada. Com 17 bailarinos em cena, Decadance é uma coreografia mutante em que cada novo “mix” tem seu sabor próprio e especial.

    Créditos: Gadi Dagon
    BATSHEVA ENSEMBLE

     






  • LOUISE LECAVALIER

     

    Nascida em Montreal, Louise Lecavalier estudou balé clássico e dança moderna em Montreal e Nova York. Tornou­se profissional em 1977, e começa a aparecer como criadora em 1982, com o solo de “No, No, No eu não sou Mary Poppins”. Em 1985, tornou­se a primeiro canadense a ganhar um prêmio Bessie em Nova York. Em 2012, coreografa a primeira parte de “So Blue”, com estreia mundial em 2012, pelo Tanzhaus NRW em Dusseldorf. Em 2008, recebeu a comenda Oficial da Ordem do Canadá; em 2011, foi nomeada Personalidade da Dança do Ano, pelo Sindicato de Dança Francês e a União de críticos de Arte da França; e no mesmo ano tornou-se a primeira vencedora do Prix de la danse de Montréal. Em 2013, ganhou um dos prêmios de maior prestígio no mundo da dança, Premio Léonide Massine, na categoria Most Outstanding Female Dancer of the Year.

  • Espetáculo: So BlueLouise Lecavalier e seu partner Frédéric Tavernini criam uma atmosfera de alta tensão, um trabalho marcado pela música visceral de Dede Mercan. Tão rápido como o pensamento, o corpo é quem dita as suas leis e transgride seus limites. Velocidade, lentidão, abstração, teatralidade: todos meios para expressar o corpo. Em So Blue, o corpo torna­se uma "arte viva", entre a escultura, a performance e a dança. Sequências ágeis contrastam com as mais lentas, outras mais fluidas, rigidamente controladas ao ponto de abandono. Quase todos os movimentos são inspirados em gestos simples do cotidiano que se tornam extremos quando repetitivos, decompostos ou cumulativos.

    Créditos: André Cornellier
    LOUISE LECAVALIER






  • TAO DANCE THEATER

     

    Desde sua fundação, em 2008, a TAO Dance Theater tomou de assalto o mundo de dança na China. Tem sido destaque em festivais de dança moderna em todo o continente asiático e colaborado, na China, com expoentes de todas as artes: teatro, música, cinema, artes visuais e instalações multimídias. Foi a segunda companhia chinesa de dança contemporânea depois de Guangdong Modern Dance Company, em 1997, a ser convidada para se apresentar no American Dance Festival, e a primeira a ser companhia residente por seis semanas no ADF. Em 2012, foi convidada a se apresentar no Lincoln Center Festival, a primeira companhia chinesa convidada a se apresentar no Festival de Dança da Primavera na Sydney Opera Houser. Criadora de uma linguagem própria de movimentos, a TAO também se dedica à dança como expressão de arte e de educação, com programas de workshops e aulas.

     Espetáculo 4 É como se uma onda magnética movimentasse os quatro bailarinos que ora puxam, ora embalam, ora separam, e ora se unem sem que se toquem. A música é do compositor chinês de indie­folk­rock, Xiao He.
    Espetáculo 5 Encontramos cinco bailarinos, que na verdade mais do que tocar­se fisicamente, nunca se separam e se movimentam formando uma massa humana. As obras são uma continuação do trabalho do coreógrafo Tao Ye, uma experimentação onde ele explora o potencial do corpo humano como elemento visual sem a preocupação de contar histórias ou representar. O coreógrafo acredita que uma única palavra ou frase é insuficiente para resumir uma obra de dança contemporânea teatral e expõe e liberta para o publico a livre imaginação.

    Créditos: Fan Xi
    TAO DANCE THEATER


    •    


      Companhias nacionais

       

      • BALÉ TEATRO GUAÍRA

         

        O Balé Teatro Guaíra é uma das mais importantes companhias oficiais do país graças a sua representatividade histórica, com obras e turnês consagradas. Foi criada pelo Governo do Estado do Paraná em 1969, e teve como seus primeiros diretores Ceme Jambay e Yara de Cunto, sucedidos por artistas como Yurek Shablewski, Hugo Delavalle e Eric Waldo. Em 1979, o coreógrafo português Carlos Trincheiras assume a direção até 1993. Neste período a companhia ganha reconhecimento internacional com destaque para a obra O Grande Circo Místico. De 1994 a 2011 diferentes diretores, com suas diferentes visões, contribuíram com a construção da história desta companhia. Além das criações dos próprios diretores, coreógrafos de diferentes estilos realizaram mais de 130 coreografias que compõem seu repertório. Com a atual direção de Cintia Napoli, mantém­se conectado à contemporaneidade, trazendo propostas ousadas e autênticas, sem perder de vista a tradição.
        Espetáculo: A Sagração da PrimaveraA primeira apresentação de A Sagração da Primavera em 29 de maio de 1913, em Paris, marcou o início do modernismo. Com um estilo de dança nunca antes apresentado, uma música de estrutura completamente original, o compositor Stravinsky e o coreógrafo Nijinsky chocaram quem estava lá. A obra conta a história de uma jovem que é escolhida para ser sacrificada como oferenda ao deus da primavera em um ritual primitivo, a fim de trazer boas colheitas para a tribo. Desde então, Sagração foi interpretada e relida pelos maiores coreografos do mundo. A versão com o Balé Teatro Guaíra, da coreógrafa portuguesa Olga Roriz, é ousada, sensual e viceral. Não há vítima, a eleita, ainda que sua escolha signifique a morte, abraça sua missão como uma honra, bate no peito e sorri desafiadora.

        Créditos: Sérgio Vieira
                    BALÉ TEATRO GUAÍRA 

      • CISNE NEGRO CIA DE DANÇA

         

        Originalidade, ousadia e constante preocupação com a formação de novas plateias fazem da Cisne Negro uma das mais respeitadas companhias contemporâneas da atualidade. Com uma respeitada carreira internacional, sucesso de crítica e público, surgiu em São Paulo da união de dois universos, dançarinos e atletas, que resultou em uma dança espontânea, energética, e de grande qualidade técnica e artística. Os trabalhos da companhia inserem-se no panorama contemporâneo da dança tanto no Brasil quanto no exterior com repertório que inclui diferentes coreógrafos: Ana Maria Mondini, Denise Namura, Vasco Wellencamp (Portugal), Gigi Caciuleanu, Patrick Delcroix (França), Janet Smith e Mark Baldwin (Inglaterra), Júlio Lopes e Luis Arrieta (Argentina), Michael Bugdahn (Alemanha), Victor Navarro (Espanha), Itzik Galili e Barack Marshall (Israel), este último oriundo da Batsheva Dance Company.
        Espetáculo: SRA. MARGARETH Sra. Margareth, com excertos de Monger, é uma adaptação de Barak Marshall para a companhia Cisne Negro. É um trabalho de dança-teatro para 12 bailarinos, e conta a história de um grupo de funcionários, preso no porão da casa de uma patroa abusiva. O movimento de Marshall é físico, afiado, rápido, com argumentos étnicos contemporâneos emotivos, visuais e teatrais. A estrutura da peça de narrativa é traçada a partir de várias fontes, incluindo a vida e a obra de Bruno Shultz e Jean Genet, "As Criadas". A trilha combina elementos da música cigana e do sudeste europeu, passando pela música clássica e rock.

        Créditos: Tomas Kolisch Jr
                             CISNE NEGRO CIA DE DANÇA

      • FOCUS CIA DE DANÇA

         

        Focus Cia de Dança e Alex Neoral. Ambos se confundem desde 1996 quando alguns bailarinos decidem que estar em cena é mais do que fundamental, é uma necessidade vital. Alex Neoral, inquieto, criativo, ousado. Ideias e precisão. Deste encontro explode nos palcos a Focus, uma das mais atuantes companhias de dança cariocas, que a cada ano vem traçando sua trajetória de sucesso. Desde sua estreia, apresentou nada menos que 13 criações. Entre 2010 e 2011, passou por 32 cidades francesas, e participou da Bienal da Dança de Lyon. O último espetáculo, “As Canções que Você Dançou pra Mim” (inspirado na obra de Roberto Carlos), foi apresentado 85 vezes em 2012, número digno de grandes companhias internacionais.
        Espetáculo: Ímpar Em Ímpar, os sete bailarinos passam por texturas de movimentos distintas, que são essenciais para identificar que tudo está em constante transformação. Porém, essa narrativa aparece dividida em nove cenas, que foram embaralhadas e estão fora de sua ordem. Instaura-se um quebra-cabeça de movimento, onde o trabalho joga com a memória e a percepção do público. A ideia é desmembrar os acontecimentos que são mostrados de ordem não cronológica.
        Espetáculo: As Canções que Você Dançou pra MimAlegria, amor, ciúme, reencontros ao som de Roberto Carlos. O espetáculo tem uma proposta simples, mas não ingênua. Uma simplicidade sofisticada e delicada. No palco, quatro casais de bailarinos sãxo embalados em uma montagem cuidadosa de 72 canções do “rei Roberto”, que revela o humor de uma viagem ao Brasil das décadas de 60 a 90, evocando histórias confessadas e memórias pessoais inconfessáveis.

        Créditos: Marian Starosta
                     FOCUS CIA DE DANÇA 

      • PRIMEIRO ATO

         

        O grupo de dança Primeiro Ato, sob a direção de Suely Machado, realiza um trabalho em dança contemporânea, que celebra a diversidade por meio da dança. Essa é sua marca principal desde o início das atividades, em 1988. Companhia mineira, de Belo Horizonte, tem como carimbo subverter padrões e trabalhar com bailarinos, temas e formas de expressão das mais variadas. Uma assinatura múltipla, conforme define a diretora e fundadora Suely Machado. A ideia de formar o grupo surgiu quando algumas bailarinas, incluindo Suely, voltavam de uma apresentação no interior de Minas. Elas imaginaram o quanto seria interessante se, no lugar de criarem um grupo tradicional, tivessem um coro de diversidade, de pessoas que trouxessem influências diferentes para o mesmo coletivo. Daí surgiu o conceito do Primeiro Ato. A cada novo trabalho, os horizontes se ampliam. Novos temas, colaborações com outras manifestações artísticas, cada vez mais criando uma fusão um processo de intercâmbio para o universo da dança.
        Espetáculo: Pó de Nuvens Os coreógrafos Denise Namura e Michael Bugdahn propõem a travessia de uma temporalidade onde o passado, presente e futuro se misturam para se tornar um tempo além do tempo. Neste espetáculo, organizado como um livro com capa, capítulos e contracapa, dois grandes mineiros serão companheiros de viagem: João Guimarães Rosa e Milton Nascimento, suas vidas e obras. O público é conduzido para um universo marcado de humor e poesia, carregado do gestual e da escritura que lhes são próprios. Os coreógrafos se inspiram no som, no cheiro, na textura, no peso de uma simples palavra, de uma nota só, para transformar este material em estados emocionais fortes.

        Créditos: Guto Muniz
                           PRIMEIRO ATO 

                          

        fonte: http://www.oboticarionadanca.com.br/conheca-o-festival/2014?utm_source=gazeta-do-povo&utm_medium=guia-gazetadopovo&utm_term=arroba&utm_content=festival-ingressos&utm_campaign=w3haus_midia

      As Mocinhas da Cidade







      Gênero: Drama
      Diretor: João Luiz Fiani
      Roteirista: João Luiz Fiani
      Elenco: Rogério Bozza, Marcyo Luz, Alisson Diniz, Luiz Henrique Fernandes, Ingrid Bozza, Lucas Cardoso, Fernanda Bahl, Bruno Germano, Nicole Tacques e Beatriz Soczek
      Duração: 75 minutos
      Classificação indicativa: Livre



      Onde:  Teatro Lala Schneider
      Quando: 
      13 de abril até 01 de junho de 2014
      Somente aos domingos, às 19h
      Preço: 
      Ingressos na bilheteria: R$ 40 (½ entrada: R$ 20)
      Ingressos pela internet: R$ 30 (½ entrada: R$ 15) + taxas

      Descrição: O espetáculo narra a trajetória da maior dupla sertaneja do Paraná, mostrando os principais aspectos biográficos: a infância junto à família de músicos, o encontro com a esposa gerando a união da dupla por mais de meio século, o sucesso, e até a morte dos artistas
      Telefone: (41) 3232-4499 e (41) 3232-8108
      Site oficial: 
      www.teatrolala.com.br
      E-mail: falecom@teatrolala.com






       Foto: Divulgação/Ana Chris

      fonte: http://guia.gazetadopovo.com.br/teatro/as-mocinhas-da-cidade/8407/930/


      sábado, 12 de abril de 2014

      Família Queirolo comanda espetáculos no Circo da Cidade

      Família Queirolo comanda espetáculos no Circo da Cidade

      Neste sábado (12), às 15h, o Circo da Cidade “Zé Priguiça”, unidade da Fundação Cultural de Curitiba, recebe a comunidade com o espetáculo gratuito “Hoje tem Marmelada”, a cargo da Família Queirolo, que há mais de 120 anos encanta gerações com apresentações do circo tradicional. A arte da companhia, passada de pai para filho, traduz a magia circense para crianças e adultos.
      As performances da Família Queirolo tomam conta do Circo da Cidade, durante os meses de abril e maio, com sessões às 10h e às 15h das quintas e sextas-feiras, dirigidas a estudantes de escolas municipais e também para participantes de entidades sociais de todas as Regionais da cidade. O público em geral tem a oportunidade de conferir o show, sempre às 15h dos sábados, igualmente com entrada franca.
      Com a mensagem “o circo é o único lugar do mundo onde se pode sonhar de olhos abertos”, o espetáculo “Hoje tem Marmelada” começa com a exibição de um vídeo, contando um pouco da história da Família Queirolo. No picadeiro atuam os palhaços Chiquito, Chic Chiquinho, Gafanhoto, Piri, Paçoquinha, Remendão e Debi, além do malabarista Rodrigo Mello, sob a direção geral de Marilene Queirolo Buch. “A comicidade, uma das características do circo, é provocada principalmente pelo palhaço, que mostra o quanto é gostoso rir”, comenta a diretora. Para Marilene, “a arte circense leva as pessoas à superação de obstáculos e desafios inerentes à vida, estimulando a criatividade ao mesmo tempo em que entrelaça diversão, alegria e esperança”.
      Oficinas – O Circo da Cidade “Zé Priguiça” também abriga outras atividades. Desde janeiro passado, a JL Espaço Arte comanda as oficinas circenses que movimentam o local. Reconhecida pela qualidade de seus profissionais, a companhia surgiu em 2010 com a proposta de divulgar o conhecimento nas áreas de teatro e dança, com ênfase na valorização da linguagem do circo. O grupo responde pelas oficinas de Técnicas Aéreas (trapézio fixo, tecido acrobático, lira e corda indiana), Técnicas de Acrobacia (acrobacias de solo, minitrampolim, pirâmide e acrobalance), Técnicas de Manipulação (malabarismo com bolas, aros, claves, diabolôs, swing, com fitas e bandeira, prato chinês, devil stick e bola de contato) e Técnicas de Representação, além da Oficina de Palhaço.
      Dirigidas a alunos das escolas da Rede Municipal de Ensino e à comunidade em geral, as oficinas têm por objetivo o desenvolvimento pessoal dos participantes, sem o intuito de profissionalização. As aulas são ministradas às segundas, terças e quartas-feiras, com turmas pela manhã, das 9h às 11h, e à tarde, das 14h às 16h. No total, 80 crianças e adolescentes, na faixa etária de 7 anos a 17 anos, frequentam os dois turnos, sendo que as atividades prolongam-se até o final do ano.
      Serviço:
      Circo da Cidade “Zé Priguiça”
      Espetáculo “Hoje tem Marmelada”, com a Família Queirolo. 
      Sessões às quintas e sextas-feiras dos meses de abril e maio de 2014, às 10h e às 15h, dirigidas a alunos de escolas públicas e também para participantes de entidades sociais de todas as Regionais da cidade. Aos sábados, às 15h, exibições para a comunidade, com entrada franca.
      Oficinas circenses ministradas pela companhia JL Espaço Arte, dirigidas a alunos das escolas da Rede Municipal de Ensino e à comunidade em geral. As aulas são gratuitas e ministradas às segundas, terças e quartas-feiras, com turmas pela manhã, das 9h às 11h, e à tarde, das 14h às 16h, prosseguindo até o final do ano.
      Local: Rua Benedicto Siqueira Branco, s/n – Alto Boqueirão (próximo ao Armazém da Família Jardim Paranaense) – telefone: (41) 3287-5307.












      segunda-feira, 7 de abril de 2014

      Circo irmãos Queirolo

      O
      Circo irmãos Queirolo apresenta o espetáculo "hoje tem marmelada" aberto para o público em geral e quem quer relembrar essa milenar arte.

      Apresentações: Circo da Cidade Zé Priguiça: 12, 26 de Abril as 15:00 gratuito ao publico.

      Circo da Cidade Zé Priguiça
      Rua Benedicto Siqueira Branco, s/nº
      Alto Boqueirão



       

      LEAR






                 Lear é uma peça sobre a velhice e a corrupção moral. Sobre vícios e virtudes. Sobre o arrependimento.
      Trata-se de uma adaptação, de autoria de Andy Gercker, da tragédia shakespeariana Rei Lear.  Em cena o Rei e suas três filhas. Para essa montagem, foi acrescentada algumas reflexões do ensaio Sobre a Brevidade da Vida, do filósofo estoico Sêneca.
      A direção de Paulo Vinícius buscou o desenvolvimento de um discurso visual próprio, valorizando a criação de imagens e as palavras do texto,  em busca de uma comunicação sensível com o espectador.
      Neste sentido, a iluminação, por exemplo, é um elemento de extrema importância na dramaturgia visual de LEAR. Ao lado da cenografia, do figurino e da sonoplastia, a luz torna-se um dos principais signos da encenação, que ora dita o ritmo da cena e ora se impõe como elemento dramatúrgico não verbal. O desenho de luz é assinado por Wagner Corrêa.
      No elenco estão Fabiano Amorim (Lear), Lubieska Berg (Goneril), Liz Santos (Regana) e Valesca Moura Jorge (Cordélia). Os atores receberam preparação corporal de Monica Infante e preparação vocal de Márcia Kaiser.
      A trilha original de LEAR, foi composta por Junior Pereira e traduz uma ambientação sonora específica, que ao lado do figurino de Paulo Vinícius ambientam o tempo histórico em que a tragédia aconteceu.
      O espetáculo LEAR, realizado pela MKF Produções em parceria com a Figurino e Cena Produções Artísticas, foi subsidiado pela Lei de Incentivo à Cultura e estreará dia 10 de abril de 2014 no Teatro SESI Portão, em seguida fará mais uma temporada no Mini Guaíra até 04 de maio.


      SOBRE A TRAGÉDIA          
      A história de LEAR é, essencialmente, um drama familiar no qual a personagem-título é a figura central e o herói trágico por excelência. Lear, rei da Bretanha, decide dividir o reino entre suas três filhas: Goneril, Regana e Cordélia. Para calcular a partilha, pede às filhas que demonstrem a gratidão e o amor que sentem pelo pai. Apenas Cordélia, que se revolta contra o fingimento das demais irmãs, contraria as expectativas do rei e é expulsa do reino, entregue sem dote ao rei da França. Lear desencadeará toda uma alteração na ordem natural, provocando a mudança da fortuna da felicidade para a infelicidade – a Inglaterra cai em mãos inescrupulosas e ele mesmo, antes rei, vê-se lançado à própria sorte e é rechaçado pelas filhas a quem dera o trono. Lear, Goneril e Regana se reencontram rompendo definitivamente. Falsas e maquiavélicas, as irmãs Goneril e Regana, se desentendem com o pai revelando a falsidade e ganância com que eram movidas. Lear se arrepende e volta sua fúria contra Goneril que se une a Regana contra o pai Expulso, o velho rei enlouquece e se refugia em uma cabana. Lear é encontrado doente e insano por Cordélia, a filha expulsa, que se casará com o herdeiro do trono francês e volta para a Inglaterra para defender o pai, e a sua própria morte.




      FICHA TÉCNICA:
      direção e direção de arte: PAULO VINÍCIUS
      elenco: FABIANO AMORIM, LIZ SANTOS, LUBIESKA BERG e VALESCA MOURA JORGE.
      dramaturgia adaptada: ANDY GERCKER
      assistente de direção: FABIANO AMORIM
      iluminação: WAGNER CORRÊA
      trilha original: JUNIOR PEREIRA
      preparação corporal: MÔNICA INFANTE
      preparação vocal: MARCIA KAISER
      fotografia: ELENIZE DEZGENISKI
      design gráfico: LEANDRO CATAPAM
      assessoria de imprensa: FERNANDO DE PROENÇA
      direção de produção: KARLA LARA
      assistente de produção: ADE ZANARDINI
      produtora associada: FIGURINO E CENA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS
      realização e produção: MKF PRODUÇÕES ARTÍSTICAS_Marcio Tesserolli, Karla Lara e Fabiano Amorim



      SERVIÇO

      De 10 a 20 de Abril  
      SESI PORTÃO
      Quinta a Domingo, às 20h.
      (Rua Padre Leonardo Nunes, 180 – Portão – Curitiba / PR)
      INGRESSOS_R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia entrada)

      De 24 de Abril a 04 de Maio
      TEATRO GUAÍRA_ MINIAUDITÓRIO
      Quintas a Domingo, às 21h.
      Sessões Extras_Sábados e Domingos às 18h
      (Rua Amintas de Barros s/n – Centro – Curitiba / PR)
      INGRESSOS_R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia entrada)



      AGENDAMENTO DE ENTREVISTA
      Fernando de Proença
      41 9996.5292/3434.4891