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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Concerto de Páscoa‏

Em Curitiba , As Sete Palavras de Cristo na Cruz, de Joseph Haydn, abrem a semana santa na Igreja de São Francisco de Paula, na rua Saldanha Marinho. Domingo de Ramos, 17, às 11 da manhã, Coro e Orquestra da Câmara da PUC, com a soprano Márcia Kaiser, o tenor Alexandre Mousquer, o contratenor Sérgio Anders, e o baixo Bruno Spadoni apresentam-se sob a regência do maestro Paulo Torres.

Márcia Kaiser ótima soprano,maestro Paulo Torres, coro e orquestra da PUC, abrem Semana Santa neste próximo domingo de Ramos, com excelente concerto às onze da manhã, na igreja de São Francisco de Paula, na rua Saldanha Marinho em Curitiba. Vale ir! A peça musical é das mais belas da cultura ocidental. Prepara que ouve para compreender Redenção na Cruz e alegrias da Páscoa - festa da vitória sobre a Morte. (Rafael Greca)

http://margaritasemcensura.com/?p=12276

LOCAL: PARÓQUIA SÃO FRANCISCO DE PAULA
DATA: 17 DE ABRIL
HORÁRIO: 11:00 hs
Rua Desembargador Motta , 2500

2 comentários:

  1. oi cristo não morreu numa cruz, e sim num madeiro!!!!!!!!!

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  2. No caso da cruz é importante lembrar duas coisas. Primeiro, que a crucificação não era uma pena capital dos judeus, que apedrejavam os condenados, mas dos romanos. Há muitas referências históricas e arqueológicas que comprovam isso, inclusive ossos de condenados com escoriações ou perfurações de pregos e pernas quebradas.

    Por levar alguns dias para um crucificado morrer, pois nenhum órgão vital era atingido, a condenação à morte por crucificação era, tecnicamente falando, uma condenação à morte por asfixia. As pernas do condenado eram quebradas para ele perder o apoio e ficar pendurado. Devido à exaustão, o diafragma era incapaz de funcionar para executar o movimento da respiração.

    O que pode não ser exato é a idéia que temos de Jesus carregando a cruz inteira nos ombros pelas ruas da cidade de Jerusalém o tempo todo. Embora João 19:17 fale que ele carregou sua própria cruz, os outros evangelhos complementam a cena com Simão, um homem de Cirene e pai de Alexandre e Rufus, como sendo a pessoa que os romanos obrigaram a carregar o madeiro.

    Embora os céticos queiram enxergar aqui uma discordância entre os evangelhos, é comum vermos um evangelho complementar o outro, acrescentando fatos para termos uma imagem mais completa. Além disso, a fidedignidade do relato está na menção feita por Marcos do nome do homem que carregou a cruz, sua cidade de origem e quem eram seus filhos.

    O moderno jornalismo exige que se mencione os nomes das pessoas relacionadas ao fato para comprovar sua veracidade. Como o evangelho foi escrito no tempo de vida das pessoas que testemunharam a cena, quem lesse na ocasião não poderia contestar por saber que os personagens citados podiam muito bem confirmar a história.

    De qualquer modo, Cireneu e Jesus não devem ter carregado a cruz inteira, mas apenas a travessa superior. O condenado tinha suas mãos ou os pulsos pregados nessa travessa que era depois içada e presa a uma estaca fincada no solo. Dizer que alguém morreu "levantado", "na cruz", "no madeiro" ou "na estaca" pode estar igualmente correto neste sentido.

    A questão se os pregos foram cravados nos pulsos, para o corpo poder ser sustentado pelos ossos carpais, ou se foram cravados nas mãos, cujos tecidos são incapazes de sustentar um corpo, não é importante. Os romanos podiam sim cravar as mãos e amarrar os braços, resolvendo o problema da sustentação.

    Todavia, a cruz de Cristo, à qual Paulo e os outros apóstolos iriam se referir depois em Atos e nas epístolas era a obra de Jesus, mesmo porque o pedaço de madeira não teria em si mesmo qualquer poder mágico e nem deveria ser cultuado.

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